O preço do cabaz alimentar monitorizado semanalmente pela DECO PROteste voltou a subir na primeira semana de junho, interrompendo um ciclo de três semanas consecutivas de descidas.
De acordo com os dados divulgados pela associação de defesa do consumidor, o conjunto de produtos analisados registou um aumento de 1,97 euros face à semana anterior, passando a custar 259,31 euros.
Apesar de a subida semanal representar apenas 0,77%, a tendência acumulada continua a agravar a pressão sobre o orçamento das famílias portuguesas. Desde o início de 2026, o mesmo cabaz já encareceu 17,48 euros, o equivalente a um aumento de 7,2%.
A comparação com o início de 2022 evidencia ainda mais o impacto da escalada dos preços. Há cerca de quatro anos e meio, este conjunto de bens alimentares custava menos 71,61 euros do que atualmente, o que corresponde a um agravamento superior a 38%.