Numa nota publicada no ‘site’, a Procuradoria-Geral da República (PGR) explicou que foram feitas hoje buscas com a colaboração da Polícia Judiciária – duas domiciliárias e duas não domiciliárias – e que o esquema de fraude teve origem na “intromissão de terceiros nas comunicações eletrónicas entre uma sociedade comercial e um seu parceiro de negócios”.
Além do homem que foi constituído arguido, o Ministério Público tem outros suspeitos identificados, que se fizeram passar pela empresa que deveria receber os pagamentos, enviando um pedido para alterar o IBAN de destino.
Ao alterar o IBAN, simulando que eram da empresa que ia receber o dinheiro, estes suspeitos passaram a receber o dinheiro na sua conta bancária, tendo transferido depois o dinheiro para a conta de outro suspeito.