CHEGA/Convenção: Ventura quer liderar oposição já nas próximas legislativas

O presidente do CHEGA, André Ventura, colocou hoje como fasquia para as próximas eleições legislativas ultrapassar o PSD e liderar a oposição, considerando ser possível quebar o ciclo do bipartidarismo.

“Lutaremos para liderar a oposição em Portugal”, afirmou o líder do CHEGA no seu discurso no arranque da V Convenção Nacional, que decorre até domingo em Santarém.

André Ventura, que é recandidato único à liderança do partido, afirmou que “há quem diga que é impossível quebrar o bipartidarismo, que é impossível quebar o ciclo PS e PSD”.

“Mas não estaríamos aqui se não acreditássemos que era possível”, salientou.

Defendendo que o CHEGA “nasceu e tem uma vocação estrita para governar Portugal”, Ventura disse não poder prometer vencer as próximas eleições legislativas, mas prometeu “lutar para lá chegar”.

“Eu acredito que, se estamos nos 15% [das intenções de voto nas sondagens], podemos chegar aos 20% e talvez Deus e o destino nos deem a sorte e o trabalho de chegar aos 30% e de podermos dar uma volta a este país”, acentuou.

Ventura destacou que em quatro anos de vida o partido chegou a terceira força política, e classificou o CHEGA como “um dos maiores fenómenos políticos da Europa moderna”.

Últimas de Política Nacional

Subsídio de reintegração pago por Bruxelas eleva rendimentos de governantes portugueses para patamares próximos dos 11 mil euros mensais. Benefício não é automático, tem de ser pedido.
Para o presidente do CHEGA, a decisão de não prolongar o estado de calamidade ignora a realidade no terreno e deixa famílias e empresas à mercê do prejuízo.
O candidato presidencial André Ventura agradeceu aos eleitores que votaram em si nas eleições presidenciais "por acreditarem num país diferente".
O valor de referência do Rendimento Social de Inserção (RSI) vai aumentar 5,33 euros, segundo portaria hoje publicada.
Pontes, barragens e outras infraestruturas públicas críticas poderão vir a ser alvo de uma avaliação técnica urgente, caso seja aprovada uma proposta apresentada pelo CHEGA na Assembleia da República.
O antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho acusou hoje governantes de viciarem concursos para altos cargos na administração pública, afirmando que "a maior parte das pessoas que concorrem sabe que já está tudo decidido antes do concurso ser feito".
O apuramento dos votos da emigração em 107 consulados, referentes à segunda volta das eleições presidenciais, deu a vitória a André Ventura com 50,81%, segundo os dados publicados pelo Ministério da Administração Interna (MAI).
O Ministério Público do Porto abriu um novo inquérito para investigar uma alegada discrepância entre o custo da casa em Espinho do primeiro-ministro, Luís Montenegro, e as faturas emitidas pelos empreiteiros, noticia o Expresso.
O CHEGA apresentou na Assembleia da República um projeto de lei que prevê o fim da subvenção mensal vitalícia atribuída a antigos titulares de cargos políticos, através de um processo de redução progressiva do benefício ao longo de três anos, seguido da sua extinção definitiva.
O partido levou ao Parlamento uma proposta que limita a exibição de símbolos em edifícios públicos aos emblemas oficiais do Estado, afastando bandeiras ideológicas, LGBT ou associativas e reacendendo o debate sobre neutralidade, identidade e liberdade simbólica nos espaços públicos.