O mito da falta de quadros no CHEGA

Existe nos dias de hoje, mais uma questão para assombrar as mentalidades sociais sobre o partido Chega, um detalhe que tem sido muito usado com a máxima que no Chega só se juntam pessoas sem “ qualidade técnica”, tem unido alguns de uma forma assertiva sobre o futuro e a criação de um clima de assombro sobre o Chega.

Os comentadores profissionais tonificam a voz e com uma alta dose de adrenalina, deitam cá para fora mensagens de puro ódio, como se existisse uma competição entre comentadores de quem mais ofende e reprime. Um campeonato que nada mais serve do que “mostrar” aos pagadores do comentário que são úteis para manutenção do sistema.

Basta desfolhar um jornal, ouvir uns minutos de rádio ou ver tv, que sempre mas sempre está alguém a falar com altivez o nome do Chega, quase na maioria dos casos um comentário depreciativo ou ofensivo, parece uma moda, que lhe deve contribuir para algum ranking de pontos na escala de comentadores ferozes anti-Chega

A uma mensagem romântica do momento é passar a ideia de que no partido não existem “quadros”, confesso que prefiro uma boa e bela fotografia realística da sociedade do que um mau quadro (ironia).

“Eles não têm quadros para assumir qualquer coisa num futuro Governo ou pessoas capazes para mudar as dificuldades do país”
Esta lógica serve apenas para se defenderem e criarem um medo-pânico sobre a mudança que se sente já na sociedade.

Os atuais quadros, que servem os partidos do sistema, têm servido com dignidade o país?

Penso que não, em muitos dos casos, os “quadros” partidários o que tem feito? Erros de gestão gravosos para o país, fraudes e existe mesmo o caso de “quadros “ partidários a engrossar a lista do Ministério Público. Pergunto, serão estes os “quadros” do sistema que o país precisa? Serão estes que devemos dar ouvidos ou credibilizar a sua mensagem? Ou será que apenas estão em defesa própria?

Quem como eu, desde a primeira hora nunca teve medo de exposição pública, sobre os verdadeiros motivos de se juntar a esta nobre causa, em mudar o rumo do país e evitar o seu abismo, recebe diariamente apoio e contacto de “quadros”, que por uma questão de imagem/medo não assumem o apoio ao partido, as campanhas de hostilização e de medo feitas por todos os partidos do sistema tem tido este resultado.

Desde médicos, farmacêuticos, engenheiros, gestores, etc. Poderia criar aqui uma enorme lista de pessoas “ quadros” que partilham e colaboram com trabalho em torno desta causa.

“ Democracia sem voz não é paz mas sim medo”

O “quadro” tipo que tem feito manchete dos jornais, o “quadro” com vivência apenas partidária, o “quadro” recém licenciado com zero experiência profissional e o “quadro” formado nas “Jotas” é este tipo de perfil que servirá bem os destinos do país?

Creio que o impacto e o efeito desses “quadros” está à vista, o futuro hipotecado, o futuro incerto, as crises sucessivas e os casos e mais casos, mostram que estes quadros estão esgotados sem perspectiva de desenvolvimento e progresso.

O sistema sabe ,que esta missão de luta por uma causa digna, tem tido uma crescente adesão e que como eles afirmam “o Chega é um partido de pessoas sem qualidade e sem estudos”, é um puro engano e como alguém disse «olhe que não, senhor doutor, olhe que não!»

Presenciei este facto na primeira conferência parlamentar do partido Chega sobre a sustentabilidade da Segurança Social, onde se discutiu com conhecimento e seriedade o nosso futuro, foram apresentadas várias soluções e mesmo um caminho que evitará o futuro rompimento da função social do estado. Valentes quadros que de forma gratuita e apenas motivados pela vontade de melhorar a vida dos portugueses ali debateram e apresentaram um rumo de sustentabilidade, isto sim faz falta a Portugal.

“As verdadeiras conquistas, as únicas de que nunca nos arrependemos, são aquelas que fazemos contra a ignorância”.
Napoleão Bonaparte

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