Detidos quatro suspeitos da morte de pianista encontrado em poço na Moita

©facebook.com/pjudiciaria

Três homens e uma mulher foram detidos por suspeita de envolvimento na morte de um homem de 62 anos, cujo corpo foi encontrado em março num poço na Moita, anunciou hoje a Polícia Judiciária (PJ).

Em comunicado, a PJ explica que, numa operação policial desenvolvida pelo Departamento de Investigação Criminal de Setúbal, foi possível identificar, localizar e deter, fora de flagrante delito, três homens de 27, 46 e 47 anos e uma mulher de 45 por “fortes indícios” do crime homicídio qualificado.

Os detidos são ainda suspeitos dos crimes de ofensas à integridade física graves, tráfico de estupefacientes, abuso de cartão de garantia e profanação de cadáver.

Em causa está a morte de um homem, cujo corpo foi encontrado, no dia 16 de março, no interior de um poço na localidade do Penteado, no concelho da Moita, distrito de Setúbal.

Mais tarde, o homem foi identificado como sendo o pianista de jazz Pedro Queiroz.

Segundo a Polícia Judiciária, a vítima, consumidora de produto estupefaciente, ter-se-á desentendido com um dos detidos, que era seu fornecedor.

Desse desentendimento, que ocorreu na residência do fornecedor, este, juntamente com outro dos detidos, terá agredido a vítima de forma violenta, deixando-a inanimada.

Em seguida, adianta a PJ, a vítima foi amarrada, amordaçada e fechada no interior de uma casa de banho, onde vem a morrer dias depois.

Três dos detidos decidem em conjunto desfazer-se do corpo, despejando-o no poço onde vem a ser localizado.

Quanto à mulher, é considerada cúmplice por ter participado no crime de uso do cartão bancário da vítima, indicou a PJ.

De acordo com a PJ, na base do crime estará o facto de os detidos saberem que a vítima tinha posses financeiras, tendo estabelecido entre eles uma forma de se apoderaram do dinheiro, que utilizaram para aquisição de bens.

Dois dos detidos já têm antecedentes criminais pelos crimes de tráfico de estupefaciente e roubo.

Os quatro irão ser presentes a primeiro interrogatório para aplicação das medidas de coação.

Últimas do País

Um homem condenado anteriormente por incêndio florestal foi detido novamente em Vale de Cambra, no distrito de Aveiro, por suspeita de atear fogo em setembro, segundo a Polícia Judiciária.
O número de mortes em Portugal diminuiu 1,1% nos primeiros nove meses do ano, comparativamente ao mesmo período de 2025, mas os óbitos de crianças com menos de um ano aumentaram 7,7%, revelam hoje dados do INE.
A iniciativa do CHEGA recebe luz verde parlamentar e pretende garantir a cobrança efetiva dos cuidados de saúde prestados a cidadãos estrangeiros não residentes ou em situação irregular, evitando encargos por recuperar no SNS.
O CHEGA conseguiu fazer aprovar, na Assembleia da República, um projeto de resolução que recomenda ao Governo o reforço da segurança e da proteção das mulheres e de outros utilizadores vulneráveis nos transportes públicos. A iniciativa pretende combater o assédio sexual, a violência, a intimidação e a criminalidade que afetam diariamente milhares de portugueses, particularmente mulheres, menores de idade, idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade condicionada.
Um homem de 33 anos foi detido no Funchal, Madeira, por tráfico de droga e ficou em prisão preventiva, indicou a PSP, que apreendeu dois quilos de haxixe no decurso da operação.
Três homens e uma mulher foram detidos na Operação Corrupio. A Polícia Judiciária apreendeu várias drogas, milhares de euros em dinheiro, viaturas de alta gama e material alegadamente utilizado em burlas informáticas.
O pai que raptou a filha menor e provocou desacatos em Bragança, terminando com colisões rodoviárias e sete feridos, foi encontrado com a criança pela GNR.
Redes online estarão a incentivar menores a praticar atos de violência contra si próprios e a enviar vídeos como prova.
Envolvido na Operação Hermes, Rui Dinis recuperou a liberdade e publicou mensagens provocatórias dirigidas à Polícia Judiciária.
O líder parlamentar do CHEGA saiu em defesa dos agentes envolvidos nos incidentes do Porto, denunciando agressões e apontando o dedo a elementos da extrema-esquerda. "Crise da habitação não pode justificar o incumprimento da lei", sustentou.