Toyota com lucro recorde de 9,2 MME entre abril e junho

© D.R

A Toyota obteve um lucro líquido recorde de 1,31 biliões de ienes (9,2 mil milhões de euros) entre abril e junho, mais 78% do que em igual período do ano passado, informou hoje a empresa.

O resultado foi alcançado graças ao aumento das vendas e às taxas de câmbio favoráveis do iene, de acordo com o construtor automóvel japonês.

Nesse período, que corresponde ao primeiro trimestre do ano fiscal japonês, o resultado operacional da Toyota Motor atingiu 1,12 biliões de ienes (7,1 mil milhões de euros), mais 93,7%.

A faturação das vendas cresceu 24,2%, até 10,54 mil milhões de ienes (67,2 milhões de euros).

Estes números registam recordes tanto no volume de faturação como no lucro líquido e no resultado operacional da empresa.

A empresa japonesa, o maior construtor de motores do mundo em volume de mercado, atribuiu os resultados a “valores de vendas mais elevados em todas as regiões”, devido ao aumento da produtividade e à maior disponibilidade de semicondutores.

A empresa vendeu 2,32 milhões de veículos entre abril e junho, contra 2,01 milhões no mesmo trimestre do ano passado, com o maior aumento na América do Norte, o seu principal mercado, onde vendeu mais 32% de unidades.

Dos veículos vendidos no primeiro trimestre do ano fiscal, 34,2% foram elétricos, contra os 28,5% no mesmo período do ano anterior.

A empresa registou também um impacto positivo nas contas de 52,2 mil milhões de ienes (332 milhões de euros), graças a “ganhos cambiais”, indicou em comunicado.

A empresa deixou inalterada a previsão de lucros para o atual ano fiscal, que termina em março de 2024.

A Toyota Motor estima que o lucro líquido vai atingir os 2,58 biliões de ienes (16,4 mil milhões de euros), mais 5,2% do que no ano anterior.

Últimas de Economia

A Comissão Europeia aprovou hoje o oitavo pedido de pagamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no valor de 1,1 mil milhões de euros.
A ANA – Aeroportos de Portugal vai recorrer da multa que lhe foi aplicada pelo incumprimento do plano de ação do ruído do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, defendendo ter cumprido integralmente as obrigações previstas.
O Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) vai passar a fiscalizar elevadores, funiculares e comboios turísticos, podendo intervir em caso de “risco de segurança grave”, decidiu hoje o Governo, preenchendo o “vazio legal” existente neste âmbito.
O Governo mandatou a CP - Comboios de Portugal para apresentar num prazo de 90 dias "uma proposta com os modelos concretos de subconcessões" a privados para os troços de Cascais, Sintra/Azambuja, Sado e Porto, anunciou o ministro das Infraestruturas.
O Porto de Aveiro encerrou o ano de 2025 com o seu melhor desempenho de sempre ao atingir mais de 5,8 milhões de toneladas de mercadorias movimentadas, revelou hoje a administração portuária.
A casa própria está cada vez mais fora do alcance dos portugueses. Estudo do Imovirtual mostra que são necessários, em média, quase 30 anos de rendas para comprar casa em Portugal.
A dívida pública de Portugal foi a sexta mais elevada da União Europeia (UE) no terceiro trimestre de 2025, ao atingir 97,6% do Produto Interno Bruto (PIB), acima da média do euro de 88,5%, anunciou hoje o Eurostat.
O fisco exigiu às concessionárias de barragens 62 milhões de euros de IMI, mas o Estado só arrecadou 3% do valor, porque as restantes liquidações estão a ser contestadas em tribunal, afirmou hoje a diretora da instituição.
A taxa de juro média anual implícita nos contratos de crédito à habitação foi de 3,414% em 2025, contra 4,372% no ano anterior, tendo a prestação média anual diminuído oito euros (2,0%) para 396 euros, anunciou hoje o INE.
A bolsa de Lisboa esteve entre as que mais perderam hoje, com uma queda de 1,14% para 8.463,77 pontos, tendo a Mota-Engil recuado quase 5%, acompanhando a tendência das principais praças europeias.