Ministro e sindicatos médicos voltam a reunir-se para discutir tabelas salariais

© D.R.

Governo e sindicatos médicos voltam hoje a reunir-se para discutir a revisão das tabelas salariais, uma questão até agora sem acordo.

Os sindicatos rejeitaram a proposta de aumento de 1,6%, com o Governo a afirmar que apresentou propostas que representam um aumento de 24% da massa salarial dos médicos do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

A reunião acontece um dia depois de outra que juntou o Governo, a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) e o Sindicato Independente dos Médicos (SIM), mais técnica, para debater o decreto-lei que permitirá a generalização das unidades de saúde familiares modelo B.

Na reunião de hoje, disse à Lusa a presidente da FNAM, Joana Bordalo e Sá, a estrutura vai apresentar formalmente o pedido de um mediador independente para resolver o impasse nas negociações.

A responsável exige um acordo global, para todos os setores, com condições melhores para os profissionais, e rejeita uma fragmentação do SNS.

Hoje, decorre a quinta reunião extra-protocolo negocial. “Não podemos continuar assim”, disse, para justificar um mediador independente e externo, algo que o SIM rejeita.

O protocolo negocial assinado em 2022 entre os sindicatos e o Governo previa inicialmente que as negociações ficassem concluídas até final de junho.

Últimas do País

A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou na sexta-feira, primeiro dia da ‘Operação Páscoa’, 236 acidentes, dos quais resultaram quatro mortos, cinco feridos graves e 68 ligeiros, anunciou hoje a força militar, adiantando terem sido fiscalizados sete mil condutores.
A PSP deteve, esta semana em Lisboa, seis carteiristas, anunciou hoje a polícia, que pediu à população para adotar comportamentos preventivos especialmente em zonas de elevada afluência turística.
Mais de 9.400 utentes com sinais e sintomas de Acidente Vascular Cerebral (AVC) foram sinalizados pelo INEM em 2025, o valor mais elevado dos últimos quatro anos, revelou esta quinta-feira o instituto.
Uma estrutura que congrega os maiores sindicatos e associações das forças e serviços de segurança vai realizar a 16 de abril de uma concentração em frente à residência do primeiro-ministro em Lisboa para protestar contra o corte nas reformas.
Entram discretamente, vivem em zonas de luxo, movimentam milhões e deixam um rasto de violência. O Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores organizações criminosas do mundo, está cada vez mais presente em Portugal e as autoridades já olham para o fenómeno com crescente preocupação.
A operação ‘Polícia Sempre Presente: Páscoa em Segurança 2026’ da PSP fez, nos últimos sete dias, 713 detenções, das quais 201 por condução em veículo em estado de embriaguez, e registou perto de quatro mil infrações rodoviárias.
Portugal regista, em média, 40 assaltos a casas por dia, incluindo centenas de casos com recurso a violência e armas de fogo. No total, quase 15 mil residências foram assaltadas num ano, segundo o RASI.
O CHEGA apresentou no Parlamento uma proposta para alterar a lei da videovigilância, defendendo a possibilidade de utilização de dados biométricos como forma de reforçar a prevenção de atos terroristas em Portugal.
Um homem de 34 anos foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) e ficou em prisão preventiva por indícios de abuso sexual agravado de um menino de dois anos, informou hoje o Ministério Público (MP).
O Tribunal Judicial de Beja decretou hoje a prisão preventiva do homem, de 26 anos, detido pela Polícia Judiciária (PJ) por suspeitas de ter atingido com tiros de caçadeira outros dois homens, naquela cidade, revelou fonte policial.