Deputada do CHEGA ameaçada e agredida por manifestantes do clima

A deputada Rita Matias e membros da Juventude CHEGA foram cercados, insultados e agredidos por ativistas climáticos enquanto desenvolviam uma ação política na FCSH, em Lisboa.

© Folha Nacional

A Juventude CHEGA, liderada pela deputada Rita Matias, deslocou-se, na quinta-feira, à Faculdade de Ciências Socias e Humanas da Universidade Nova de Lisboa para mais uma ação de sensibilização política, à semelhança do que tem acontecido noutras universidades. 

A ação decorria dentro da normalidade quando alguns ativistas climáticos, que se encontravam acampados na faculdade em protesto “contra a repressão nas faculdades e pelo fim aos combustíveis fósseis”, se aperceberam da presença da deputada e de membros da Juventude CHEGA, tendo começado a ameaçar, cercar e agredir estes jovens. 

Tal como relata a deputada do CHEGA “os ativistas climáticos saíram das tendas (a meio da manhã)” e os representantes do partido de André Ventura foram “cercados, insultados, ameaçados e agredidos.” 

Rita Matias acusa estes manifestantes de serem “incapazes de respeitar um grupo de jovens que estava pacificamente a defender aquilo em que acredita” e acrescenta que saíram pelo próprio pé “depois de as autoridades terem identificado os agressores”, prometendo voltar às universidades “não apenas por nós, mas por todos os que não se revêm nestes comportamentos violentos e que desejam faculdades livres de totalitarismos”. 

A deputada do CHEGA anunciou entretanto que vai apresentar queixa-crime contra os agressores. A Juventude CHEGA tem desenvolvido diversas ações políticas junto de várias faculdades, merecendo o acolhimento de muitos estudantes que não se revêm nas greves climáticas que têm impedido o normal funcionamento de muitas universidades.

Últimas de Política Nacional

O discurso de José Aguiar-Branco nas comemorações do 25 de Abril acabou por expor, em pleno hemiciclo, uma fratura visível no PS, com Pedro Delgado Alves a virar costas em protesto à Mesa da Assembleia da República e António Mendonça Mendes a responder com um aplauso de pé à mesma intervenção.
Mais do que cravos, cerimónias e celebrações, André Ventura defendeu este sábado, no Parlamento, que os portugueses “querem voz”, “salários justos” e “uma vida digna”, usando os 52 anos do 25 de Abril para centrar o debate nas dificuldades económicas, na corrupção e no afastamento entre a liberdade celebrada e a realidade vivida no país.
O CHEGA quer alterar a lei relativa aos crimes de responsabilidade dos titulares de cargos políticos, para que quem for condenado, por exemplo por corrupção, não possa voltar a exercer funções públicas.
Compra da nova sede do Banco de Portugal (BdP) volta a estar sob escrutínio político, com o partido liderado por André Ventura a apontar falhas na transparência.
O líder do CHEGA, André Ventura, disse esta quarta-feira que recebeu da parte do Governo a indicação de abertura para alterações à reforma do Estado em “todos os pontos” que o partido tinha apontado.
Ventura trava luz verde ao Governo e avisa: propostas levantam “riscos graves de corrupção” e fragilizam controlo do dinheiro público.
O depoimento de Cristina Vaz Tomé não convenceu e é apontado como insuficiente. O partido liderado por André Ventura quer novo escrutínio para esclarecer responsabilidades políticas e operacionais.
André Ventura é apontado como principal líder da oposição pelos inquiridos, reunindo mais de metade das preferências e destacando-se claramente dos restantes líderes partidários
O Parlamento elegeu André Ventura como membro do Conselho de Estado, no âmbito de uma lista que garantiu a maioria dos lugares neste órgão consultivo do Presidente da República.
O antigo secretário de Estado socialista Tiago Antunes falhou hoje a eleição para o cargo de provedor de Justiça ao alcançar um resultado inferior a dois terços, tendo apenas 104 votos favoráveis num total de 230 deputados.