ASAE apreende 6,6 toneladas de carne na área de Lisboa

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu, na passada sexta-feira, cerca de 6,6 toneladas de carne, numa operação direcionada ao abate clandestino nos concelhos de Loures, Mafra e Lisboa, foi hoje divulgado.

© Facebook\asae.gov.pt

A operação foi realizada pela Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal, “na sequência de diligências de inquérito no âmbito do combate a ilícitos criminais contra a saúde pública, direcionadas ao abate clandestino de animais”, esclarece a ASAE em comunicado.

No âmbito da operação, dois cidadãos foram constituídos arguidos, tendo sido sujeitos a termo de identidade e residência.

Foram também cumpridos dois mandados de busca domiciliária, incluindo numa exploração pecuária, oito mandados de busca não domiciliária, um de pesquisa digital e fiscalizados três talhos, tendo sido apreendidos cerca de 6,6 toneladas de produtos “essencialmente carcaças de caprinos, no valor de cerca de 58.000 euros”.

“Após realização de perícia foi determinado tratar-se de carne proveniente de abate clandestino e/ou anormal avariado e/ou corrupto, e/ou sem rastreabilidade” refere a ASAE.

Foi ainda apreendida, em numerário, a quantia de 11.470 euros,“suspeita de ser resultado da atividade ilícita desenvolvida”.

O balanço da operação inclui também a apreensão de uma caçadeira de calibre 12, e 37 cartuchos do mesmo calibre, bem como “um revólver de calibre 22 municiado com seis munições e 38 munições do mesmo calibre”.

A ASAE garante que “continuará a desenvolver ações de fiscalização, no âmbito das suas competências, em todo o território nacional, na salvaguarda da segurança alimentar e saúde pública dos consumidores”.

Últimas do País

“Alguma coisa não está certa com Luís Neves”, afirmou o presidente do CHEGA, numa altura em que a imprensa aponta divergências relacionadas com o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal como possível motivo para a saída de Ricardo Carrilho.
“É uma injustiça fiscal!” André Ventura acusa o Governo de sufocar os agricultores portugueses com impostos e combustíveis caros, enquanto Espanha disponibiliza apoios 40 vezes superiores.
A GNR registou 193 crimes de burla por falso funcionário, com recurso à usurpação de identidade de forças de segurança e órgãos de polícia criminal, entre janeiro de 2024 e 31 de maio de 2026.
Hugo Dias, um homem de 47 anos em situação de sem-abrigo, morreu após ser agredido a murro e pontapé em Almada. O Tribunal da Relação condenou os dois envolvidos a penas de prisão suspensas, apesar do desfecho fatal.
Emails associados ao processo das gémeas luso-brasileiras revelam a intervenção do presidente do Infarmed, que terá encaminhado um pedido para responsáveis do Hospital de Santa Maria.
Um homem de 35 anos, procurado pela Justiça marroquina por suspeitas de integrar uma rede criminosa dedicada à imigração ilegal, foi extraditado de Portugal para Marrocos. O suspeito, detido em Cascais pela Polícia Judiciária, terá participado num esquema que cobrava elevadas quantias para facilitar a entrada irregular de pessoas em Espanha.
Milhares de crianças e jovens com necessidades educativas especiais estão em risco de ficar sem apoio especializado, pois os Centros de Recursos para a Inclusão (CRI) continuam sem saber qual será o financiamento para o ano letivo.
O Entroncamento, município presidido por Nelson Cunha, eleito pelo CHEGA, registou a maior redução da criminalidade entre sete concelhos analisados pela PSP. Enquanto cinco municípios viram os números aumentar, a cidade governada pelo autarca do CHEGA contabilizou menos 77 ocorrências no primeiro semestre de 2026.
A GNR apreendeu 877,5 quilos de sardinha na Lota de Aveiro por incumprimento dos limites diários de captura legalmente estabelecidos, informou esta sexta-feira a força de segurança local.
Quatro mulheres, com idades entre os 25 e os 36 anos, foram detidas pela PSP, suspeitas de uma série de furtos em supermercados, perfumarias e lojas de cosméticos nos distritos do Porto e Aveiro. Três das suspeitas terão recorrido à violência, incluindo ameaças com um x-ato e agressões a funcionários, para conseguir fugir com os artigos furtados.