Centro Nacional realiza ação para melhorar cibersegurança durante ato eleitoral

O Centro Nacional de Cibersegurança realizou nas instalações um exercício dedicado às eleições com o objetivo de testar “os diferentes mecanismos de articulação” entre as entidades envolvidas, reforçar o conhecimento e melhorar a ciber-resiliência durante o ato eleitoral.

© D.R.

Em comunicado, o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) afirma que o exercício decorreu na sexta-feira nas suas instalações.

Além do CNCS, participaram na ação a Comissão Nacional de Eleições (CNE), a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), a Lusa – Agência de Notícias de Portugal, o Gabinete de Cibercrime do Ministério Público e a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna.

Na ação foi definido como cenário “uma série de incidentes associados a campanhas de desinformação”, como disseminação de sondagens fraudulentas, documentos e notícias falsas e apropriação de ‘templates’ de órgãos de comunicação social.

Perante os vários cenários, as diferentes entidades envolvidas “demonstraram estar empenhadas, tendo sido várias as atividades de colaboração na efetiva preparação da cibersegurança dos atos eleitorais”.

“Ficou demonstrado existir um conhecimento amplo das competências de cada uma das entidades em relação às demais e ficou demonstrada a consciência da necessidade de colaboração”, destaca.

Segundo o CNCS, foram também realçadas dificuldades relacionadas com a “sensibilização dos partidos políticos para as questões da cibersegurança”, o que “aumenta o risco”.

Últimas do País

A presidente do Sindicato dos Médicos do Norte (SMN) acusou a ministra da Saúde de não cumprir a promessa sobre o INEM, referindo que o instituto está com menos de 30 médicos no quadro quando estão previstos 70 lugares.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve uma mulher com um mandado de detenção internacional para cumprimento de uma pena de nove anos e quatro meses por associação criminosa e tráfico de droga, segundo informação divulgada hoje.
O Tribunal de Aveiro condenou hoje dois arguidos, pai e filho, a penas de cinco anos e meio e sete anos de prisão por vários roubos violentos a idosos ocorridos em 2024 e 2025.
O CHEGA pediu, a 14 de outubro, a presença urgente do ministro da Agricultura no Parlamento, após a deteção do vírus 'Shamonda' em seis explorações bovinas portuguesas. Oito dias depois, França confirmou o primeiro caso conhecido de infeção humana, num doente que morreu no início do mês.
Dois equatorianos, um colombiano e um venezuelano foram intercetados pela Marinha Portuguesa a bordo de uma embarcação semissubmersível que transportava 1740 quilos de cocaína, avaliados em mais de 62 milhões de euros. Os quatro homens, detidos em outubro de 2025, foram agora condenados pelo Tribunal de Ponta Delgada, nos Açores, a penas entre 10 e 14 anos de prisão por envolvimento numa rede internacional de tráfico de droga.
O atual e o ex-presidente da Câmara de Valongo, Paulo Esteves Ferreira e José Manuel Ribeiro, eleitos pelo PS, foram condenados por abuso de poder à perda de mandato por limitarem a circulação de camiões na estrada de acesso ao aterro de Sobrado em 2020. A sentença incluiu ainda a aplicação de multas e a possibilidade de recurso.
Um idoso foi detido pela GNR por provocar um incêndio florestal em Carrazeda de Ansiães, devido à queima de sobrantes que se descontrolou, revelou a força policial.
A Universidade Politécnica de Portalegre (UPP) abriu um inquérito interno para apurar alegada tentativa de assédio sexual entre alunos, revelou o vice-reitor à agência Lusa.
A Habita!, criada por antigas assessoras do BE, recebeu apoios de organizações internacionais, incluindo uma rede financiada na sua origem pela fundação de George Soros. Uma investigação identifica ainda 150 mil euros de fundos europeus.
Mais de 240 turmas do 1.º ciclo continuam sem professor atribuído, segundo avança o Expresso. A falta de docentes prolonga-se mais de um mês após o arranque das aulas.