Transporte de passageiros cresce em todos os modos em 2023 e só metro continua aquém de 2019

O transporte de passageiros registou em 2023 crescimentos homólogos de 18,9% por via aérea, 16,7% por comboio, 20,5% por metropolitano e 21,5% por vias fluviais, superando os níveis de 2019, exceto no metro, segundo o INE.

©D.R.

“Os resultados preliminares de 2023 revelaram um crescimento no transporte de passageiros por via aérea (+18,9%; +121,7% em 2022), por comboio (+16,7%; +42,1% em 2022), por metropolitano (+20,5%; +58,6% em 2022) e por vias fluviais (+21,5%; +44,6% em 2022). Face a 2019, registaram-se variações de +12,3%, +14,2%, -2,7% e +2,6%, pela mesma ordem”, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com o instituto estatístico, os resultados globais de 2023 “superam os níveis de 2019, com exceção do metropolitano”.

Últimas de Economia

A taxa Euribor subiu hoje a três, a seis e a 12 meses em relação a quarta-feira, para máximos desde abril de 2025 no prazo mais curto.
A Comissão Europeia abriu hoje um processo a Portugal e a outros 11 Estados-membros por não terem estabelecido regras nacionais para sancionar quem viole um regulamento sobre combustíveis sustentáveis na indústria da aviação.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) prevê que o saldo orçamental português será nulo este ano, passando para um défice de 0,1% em 2027, segundo as previsões divulgadas hoje.
A taxa de inflação anual da zona euro deverá ter aumentado em 3,2% em maio de 2026, face aos 3,0% registados em abril, puxada pelos preços da energia, segundo uma estimativa rápida hoje divulgada pelo Eurostat.
Quase metade dos participantes num inquérito organizado pela consultora QSP identificam a subida de preços como o maior risco que as empresas enfrentam num futuro próximo.
Os portos da Madeira registaram a entrada de 129 navios de cruzeiro no primeiro trimestre desde ano, mais 24 do que no mesmo período do ano passado, indicou hoje a Direção Regional de Estatística (DREM).
A dívida pública na ótica de Maastricht, a que conta para Bruxelas, aumentou cerca de 3.900 milhões de euros em abril, para 287.100 milhões de euros, segundo dados divulgados hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
Os preços das casas em Portugal devem manter-se elevados, com a demora das medidas para estimular a oferta a produzir efeitos, existindo riscos associados à capacidade de pagar os créditos, principalmente com garantia pública, conclui a DBRS.
A prestação da casa vai subir em junho para créditos com taxa variável a três meses, seis meses e 12 meses, segundo adiantou a Deco Proteste.
A taxa Euribor subiu hoje a três, a seis e a 12 meses em relação a quinta-feira e termina maio com a média mensal a subir de novo nos três prazos.