Airbnb proíbe câmaras de vigilância dentro dos alojamentos

A Airbnb determinou a proibição de câmaras de vigilância dentro dos alojamentos alugados através da sua plataforma, com o objetivo de proteger a privacidade dos seus clientes.

© D.R.

A plataforma de alojamento local permitia câmaras de vigilância em áreas comuns, como corredores ou sala de estar, se estivessem claramente visíveis no anúncio.

No entanto, alguns clientes queixaram-se nas redes sociais por terem encontrado câmaras de vigilância escondidas nas suas casas e alguns em locais onde a privacidade deveria ser respeitada.

“Esta atualização faz parte dos esforços da plataforma para simplificar a sua política relativa a câmaras de segurança e outros dispositivos, e assim proteger a privacidade da comunidade de anfitriões e viajantes”, destacou esta segunda-feira a empresa com sede em São Francisco, no Estado norte-americana da Califórnia, através do seu ‘site’.

Esta nova política, bem como o reforço das regras sobre câmaras de vigilância exteriores, entrará em vigor em 30 de abril, segundo a empresa.

“O nosso objetivo com estas novas regras é proporcionar à comunidade maior clareza sobre o que pode esperar do Airbnb”, realçou Juniper Downs, responsável pelas regas de comunidade e parcerias, citada na publicação.

Câmaras em campainhas e dispositivos de medição de decibéis ainda serão permitidas pelo Airbnb para proteger os alojamentos, segundo a empresa.

Relativamente às câmaras exteriores, será obrigatório anunciar a sua presença e localização antes de qualquer confirmação de reserva e não serão permitidas em determinadas áreas, como duches exteriores fechados ou saunas, acrescentou a plataforma.

 

Últimas de Economia

O preço do cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste aumentou 11 cêntimos na última semana, após ter descido na semana anterior, fixando-se nos 254,22 euros, informou hoje a associação de defesa do consumidor.
O presidente do CHEGA criticou as alterações do Governo ao regime do arrendamento e alertou para o aumento do custo da habitação. "Queremos direitos para quem se mata a trabalhar e não consegue pagar uma casa", afirmou André Ventura.
O Estado registou um excedente de 249,3 milhões de euros até agosto, uma diminuição de 1.799,4 milhões de euros face ao período homólogo, revelou a síntese de execução orçamental.
Gustavo Madeira deixa o gabinete do ministro das Infraestruturas e Habitação para assumir a presidência do IMT. Nomeação é feita em regime de substituição e produz efeitos já esta quinta-feira, enquanto os cargos não forem preenchidos através de concurso da CReSAP.
A prestação da casa vai subir em outubro para créditos com taxa Euribor a três, seis e 12 meses que sejam revistos nesse mês, segundo as simulações da Deco Proteste.
Portugal poderá passar de 6,3 mil milhões de euros em juros da dívida este ano para 9,4 mil milhões em 2030. Conselho das Finanças Públicas alerta para condições de financiamento mais adversas e antecipa o regresso dos défices já em 2027.
A taxa de inflação aumentou para 3,6% em setembro, em termos homólogos, contra 3,3% no mês anterior, novamente impulsionada pelo preço dos combustíveis, segundo a estimativa rápida divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O presidente do CHEGA considera que o diploma, "tal como está, não serve" e alerta para o aumento do custo da habitação. Ventura diz que as rendas estão a subir "brutalmente" e considera as medidas prejudiciais tanto para proprietários como para arrendatários.
O indicador de confiança dos consumidores diminuiu em setembro pelo segundo mês consecutivo e o clima económico, baseado em inquéritos às empresas, recuou após ter aumentado no mês anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Arrendar casa ficou ainda mais caro. Novos contratos atingiram uma renda mediana de 10,17 euros por metro quadrado entre abril e junho, mais 10,2% do que há um ano. Lisboa continua no topo, com 17,79 euros por metro quadrado.