Airbnb proíbe câmaras de vigilância dentro dos alojamentos

A Airbnb determinou a proibição de câmaras de vigilância dentro dos alojamentos alugados através da sua plataforma, com o objetivo de proteger a privacidade dos seus clientes.

© D.R.

A plataforma de alojamento local permitia câmaras de vigilância em áreas comuns, como corredores ou sala de estar, se estivessem claramente visíveis no anúncio.

No entanto, alguns clientes queixaram-se nas redes sociais por terem encontrado câmaras de vigilância escondidas nas suas casas e alguns em locais onde a privacidade deveria ser respeitada.

“Esta atualização faz parte dos esforços da plataforma para simplificar a sua política relativa a câmaras de segurança e outros dispositivos, e assim proteger a privacidade da comunidade de anfitriões e viajantes”, destacou esta segunda-feira a empresa com sede em São Francisco, no Estado norte-americana da Califórnia, através do seu ‘site’.

Esta nova política, bem como o reforço das regras sobre câmaras de vigilância exteriores, entrará em vigor em 30 de abril, segundo a empresa.

“O nosso objetivo com estas novas regras é proporcionar à comunidade maior clareza sobre o que pode esperar do Airbnb”, realçou Juniper Downs, responsável pelas regas de comunidade e parcerias, citada na publicação.

Câmaras em campainhas e dispositivos de medição de decibéis ainda serão permitidas pelo Airbnb para proteger os alojamentos, segundo a empresa.

Relativamente às câmaras exteriores, será obrigatório anunciar a sua presença e localização antes de qualquer confirmação de reserva e não serão permitidas em determinadas áreas, como duches exteriores fechados ou saunas, acrescentou a plataforma.

 

Últimas de Economia

Os 60 membros do Governo que está a alterar as leis do arrendamento declaram 436 imóveis, avaliados em quase 23 milhões de euros. Marisa Garrido, secretária de Estado da Administração Pública e que recebeu 12 milhões de euros em suplementos quando dirigia os Recursos Humanos da RTP, lidera a lista com 62 propriedades. Luís Montenegro surge logo a seguir, com 55 imóveis declarados.
Quase cinco mil milhões de euros continuam por recuperar. Montante cobriria o orçamento anual do Ensino Superior, Ciência e Inovação e grande parte das despesas do Ministério da Economia.
Venda de ouro confiscado pelas autoridades faz disparar receitas públicas, com valores quatro vezes superiores aos registados dois anos antes.
Aumento salarial promete mais dinheiro ao fim do mês, mas a subida dos preços deverá reduzir para metade a melhoria real do poder de compra.
Sondagem da Pitagórica para a TVI/CNN indica que mais de 80% dos portugueses concordam com a redução dos impostos sobre os combustíveis, medida defendida pelo CHEGA e rejeitada por PS e PSD no Parlamento.
BPN e Banif desapareceram há anos, mas continuam a pesar nas contas públicas. O Governo prevê gastar 334 milhões de euros em 2027, enquanto permanecem por recuperar mais de 8,6 mil milhões de euros em apoios do Estado.
O preço por litro de gasóleo deverá subir 4,5 cêntimos, segundo estimativas do Automóvel Club de Portugal (ACP).
Arrendamento regista uma subida superior a 76% em apenas cinco anos, segundo o Jornal de Notícias.
Grupo alemão poderá pagar 1.201 milhões de euros por 49,9% da TAP, que dispõe de 1.222 milhões em liquidez.
Em 2025, em Portugal, "mais de 500 mil pessoas viviam com menos de 482 euros por mês", considerada uma situação de pobreza preocupante, anunciou hoje Paula Cruz, da EAPN Portugal – Rede Europeia Anti Pobreza.