Presidente da Águas de Portugal renuncia ao cargo e Governo aceita

O presidente do Conselho de Administração do grupo Águas de Portugal (AdP), José Furtado, apresentou a sua demissão ao Governo, que já aceitou a renúncia, manifestando a vontade de “abraçar novos desafios profissionais”.

© D.R.

“O presidente do Conselho de Administração do grupo AdP, dr. José Furtado, aquando do início de funções do Governo, solicitou uma reunião à ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, a qual se realizou a 12 de abril. Nessa reunião, o dr. José Furtado colocou o lugar à disposição”, anunciou hoje, em comunicado, o Governo.

Segundo o Ministério do Ambiente e Energia, José Furtado, que ocupava o cargo há quatro anos, demonstrou vontade de “abraçar novos desafios profissionais”.

Maria da Graça Carvalho aceitou o pedido e foi acordado que o processo de transição “seria feito dentro de um quadro de normalidade”.

Um dia depois, José Furtado enviou uma carta a formalizar o seu pedido de renuncia, refere a mesma nota.

O Ministério do Ambiente e Energia agradece a José Furtado, esperando poder continuar a contar “com o seu contributo noutras funções públicas”.

Últimas de Política Nacional

Referências às FP-25 e acusações sobre a Constituinte levam antigos deputados da extrema-esquerda e da esquerda a sair do hemiciclo em protesto. "Essa é a verdade! Não vale a pena sair porque a verdade continuará a ser dita da mesma forma", diz o presidente do CHEGA quando começam a abandonar a sala.
André Ventura defende a abertura de um debate e a revisão da Constituição, no ano em que se assinalam os seus 50 anos, criticando referências à extrema-esquerda e recordando vítimas de violência política.
O CHEGA apresentou um projeto de resolução no Parlamento onde defende um reforço das medidas de proteção para os cidadãos portugueses e lusodescendentes que vivem na Venezuela, face à instabilidade política e social que continua a marcar o país.
Portugal passa a ter uma nova lei da nacionalidade, com o CHEGA a garantir a introdução da perda de nacionalidade para condenados por crimes graves.
O presidente do CHEGA propõe a criação de uma pena acessória de perda de nacionalidade para condenados e rejeita a atribuição meramente formal da cidadania, defendendo uma ligação efetiva a Portugal.
A nova empresa do ex-ministro do Ambiente do PS Duarte Cordeiro, a consultora Shiftify, concentra figuras com ligações ao Partido Socialista na sua estrutura.
O CHEGA garantiu a aprovação de um conjunto de alterações profundas ao modelo de mobilidade aérea para as Regiões Autónomas, numa decisão que o partido considera essencial para pôr fim às falhas que têm marcado o acesso às ligações entre o continente, a Madeira e os Açores.
O presidente do CHEGA revelou hoje que não foi possível chegar a acordo sobre a lei da nacionalidade e vai avançar com “propostas próprias e autónomas”, acusando o PSD de não conseguir “ser menos socialista do que os socialistas”.
O CHEGA quer que os profissionais da Força Especial de Proteção Civil passem a ser reconhecidos como profissão de desgaste rápido, defendendo que as funções que exercem justificam regras específicas no acesso à aposentação.
A carga fiscal em Portugal manteve-se em níveis elevados em 2025, fixando-se nos 35,4% do Produto Interno Bruto (PIB), ligeiramente acima dos 35,2% registados no ano anterior.