Centenas já no recinto do santuário de Fátima para cerimónias

Centenas de peregrinos estão a afluir, desde o início da manhã, ao recinto do santuário de Fátima, a algumas horas do início das cerimónias de 12 e 13 de maio, presididas pelo arcebispo de Barcelona, Juan José Omella.

© Fátima

São muitos os grupos organizados que estão a terminar as suas caminhadas até à Cova da Iria e, nos cafés e pastelarias nas ruas próximas do santuário, são muitas as filas para o pequeno-almoço ou para o café da manhã.

Esta peregrinação segue o tema do ano no santuário de Fátima, “Chamados ao Encontro”, que, segundo o reitor do templo mariano, padre Carlos Cabecinhas, apela para um ano de oração em preparação para o Jubileu de 2025.

“Este ano, o tema que guia a vida do santuário é a oração. Aliás, é o tema que o Papa Francisco propõe para toda a Igreja, como preparação para o Ano Santo, que celebraremos em 2025”, explicou Carlos Cabecinhas em declarações divulgadas pela agência Ecclesia.

O santuário divulgou que são muitos os voluntários que estão a trabalhar no apoio logístico para a receção aos peregrinos, em áreas como a liturgia, a pastoral, hospedagem, vigilância, gestão operacional, manutenção ou sistemas de informação.

“As tarefas são muitas e não seriam possíveis de executar sem os cerca de 200 voluntários, Servitas e escuteiros que colaboram regularmente com o santuário de Fátima”, avança o santuário.

As cerimónias oficiais da peregrinação têm início às 21:30, com a recitação do rosário e a procissão das velas, seguidas da celebração da Palavra, no altar do recinto, presidida pelo cardeal Juan José Omella.

Após esta cerimónia, tem lugar uma noite de vigília de oração, que antecede a procissão eucarística das 07:00 de segunda-feira, seguida de recitação do rosário e missa internacional, que tem início às 10:00, terminando com a tradicional procissão do Adeus.

Segundo o santuário de Fátima, estarão presentes nas cerimónias, além do cardeal espanhol e do Núncio Apostólico em Portugal, Ivo Scapolo, 17 bispos de dioceses portugueses e o bispo de Tete (Moçambique).

Últimas do País

A greve nacional de hoje dos enfermeiros teve uma adesão de 71,5%, estando asseguradas pelos profissionais apenas situações urgentes, segundo os dados avançados às 12:30 pelo Sindicato de Enfermeiros Portugueses (SEP).
A PSP preparou um plano de contingência para os aeroportos de Lisboa e Faro para lidar com o aumento de passageiros durante a Páscoa, reforçando estas estruturas com mais polícias e postos de atendimento, revelou hoje aquela polícia.
Algumas das vítimas de abuso sexual na Igreja Católica já foram informadas por telefone da rejeição do seu pedido de compensação financeira, confirmou hoje fonte da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP).
O Projeto de Lei n.º 465/XVII/1.ª do CHEGA, de alteração ao regime jurídico da atividade de TVDE, foi esta sexta-feira rejeitado com votos contra do PS, Bloco e Iniciativa Liberal e a abstenção do PSD, CDS-PP e PCP.
A greve nacional de hoje dos enfermeiros registou níveis elevados de adesão em vários hospitais do país, levando ao encerramento de blocos operatórios e de partos, segundo um primeiro balanço do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP).
O CHEGA viu aprovado na Assembleia da República um projeto de lei que pretende impedir cirurgias de mudança de sexo em menores de idade.
Os produtores de leite afirmam estar a enfrentar um agravamento das condições económicas marcado pela descida do preço pago à produção, pelo aumento dos custos e pela rejeição de apoios ao investimento, revelou hoje um comunicado divulgado pela APROLEP.
O Tribunal Central Criminal de Lisboa agendou para 03 de junho deste ano o início do julgamento do processo Tempestade Perfeita, relacionado com suspeitas de corrupção em obras em edifícios do setor da Defesa.
O suspeito de crimes de pornografia de menores e abuso sexual de crianças detido pela Polícia Judiciária, na quarta-feira, em Castelo Branco, ficou em prisão preventiva, disse fonte judicial à agência Lusa.
Era para ser uma obra estruturante, mas já começou a falhar antes de sair do papel: o Governo deixou escapar mais de 100 milhões de euros da “bazuca” europeia no Hospital de Todos os Santos: um projeto com mais de 40 anos, custos a disparar e um preço final que continua por esclarecer.