Megaoperação da polícia portuguesa e espanhola desmantela rede criminosa de tráfico de meixão

Uma “megaoperação” conduzida por unidades de investigação da polícia de Portugal e de Espanha levou ao desmantelamento de uma significativa rede criminosa internacional dedicada ao tráfico de meixão, indica hoje um comunicado da Autoridade Marítima Nacional (AMN).

© D.R.

No documento é adiantado que a operação foi conduzida pela Unidade Central de Investigação Criminal (UCIC) da Polícia Marítima, em território português, cujas investigações revelaram estreitas ligações da rede com Espanha, onde a Guardia Civil conduzia fiscalizações paralelas.

“Esta investigação, que decorreu ao longo de dois anos, contou com a detenção em flagrante delito de 21 indivíduos de diversas nacionalidades e a apreensão de cerca de 420 quilogramas (kg) de meixão durante o transporte aéreo, além de 293 kg durante o transporte terrestre, totalizando mais de 800 kg de meixão apreendido no âmbito deste inquérito”, lê-se no comunicado.

A AMN destaca que a Guardia Civil acompanhou de perto as atividades da rede criminosa, cooperando ativamente com a Polícia Marítima portuguesa a fim de desmantelar as operações em ambos os países.

“Esta colaboração transfronteiriça é essencial para combater eficazmente o crime organizado, especialmente quando este opera em escala internacional”, acrescenta a AMN.

“O desmantelamento desta rede criminosa é um dos exemplos do compromisso das autoridades portuguesas e espanholas na proteção da vida marinha, assim como na luta contra o tráfico ilegal de espécies protegidas. Esta operação representa um importante passo na preservação dos recursos naturais e na salvaguarda do património marítimo comum destes dois países ibéricos”, termina a AMN.

Últimas do País

Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.