Circulação de comboios na Ponte 25 de Abril condicionada devido a queda de catenária

A circulação de comboios na Ponte 25 de Abril, que liga Lisboa à margem Sul, está condicionada devido à queda de uma catenária, revelou hoje fonte oficial da Fertagus, que explora aquele serviço rodoviário.

© D.R.

A mesma fonte aconselha os passageiros a procurarem “soluções alternativas dentro do sistema Navegante”, como autocarros ou barcos.

Na sua página na rede social Facebook, a Fergatus alerta que “a circulação de comboios irá decorrer com constrangimentos, dos quais irão resultar atrasos significativos em todas as circulações”.

Afirmando que a queda da catenária ocorreu pelas 17:30, a fonte da Fertagus disse não ter previsão de quando o problema estará resolvido, uma vez que é da responsabilidade da Infraestruturas de Portugal (IP).

Contactada pela Lusa, fonte da IP confirmou os condicionamentos naquela linha, adiantando que a “circulação está suspensa na via descendente entre Sete Rios e Alvito A”, em Lisboa.

“A circulação efetua-se em ambos os sentidos pela via ascendente entre as referidas estações”, acrescentou, admitindo que são esperados atrasos nos comboios.

A fonte da IP realçou que esta solução permite que os comboios circulem em ambos os sentidos, mas causa atrasos uma vez que se está a usar apenas uma via.

Questionada pela Lusa, a fonte da IP disse não haver ainda previsão de quando a situação será normalizada.

A ligação ferroviária entre Lisboa e a margem Sul foi inaugurada em 29 de julho de 1999 com o objetivo de retirar carros da Ponte 25 de Abril.

A travessia liga as estações de Roma-Areeiro, em Lisboa, a Setúbal e conta com 10 estações na margem Sul e quatro na capital.

Na ferrovia, a catenária é um sistema de distribuição e alimentação elétrica aérea.

Últimas do País

Ana Catarina Mendes e Edite Estrela estão entre as figuras que terão recorrido ao então secretário de Estado da Saúde para pedir informações ou ajuda relacionada com doentes. Rita Ferro Rodrigues também contactou Lacerda Sales.
Entrar de carro em Lisboa e no Porto pode vir a ter um novo custo. O Governo admite repensar o atual modelo de financiamento das estradas, enquanto um estudo apresentado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) coloca em cima da mesa novas formas de cobrança aos automobilistas, incluindo taxas de congestionamento nos acessos às grandes áreas metropolitanas. O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, defendeu que é necessário encontrar alternativas para financiar a rede rodoviária e recuperar o princípio do "utilizador-pagador".
O impacto de uma morte pode prolongar-se muito para além do funeral, afetando a saúde, as famílias, o trabalho, a produtividade e até as contas públicas. Portugal regista mais de 120 mil óbitos por ano, mas continua sem medir o verdadeiro custo económico e social do luto.
Ministério Público acusa dez pessoas, incluindo seis funcionários da empresa municipal e três dirigentes. Em causa está um alegado esquema para favorecer um empresário e duas sociedades, através da manipulação de procedimentos de contratação pública e da posterior regularização de trabalhos que já tinham sido executados.
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Santos, acusou hoje o Governo de propaganda, na sequência do anúncio de que 700 agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) vão para a pré-aposentação.
Tratores e outros veículos conduzidos por agricultores percorrem hoje de manhã em marcha lenta a Estrada Nacional 260 (EN260) junto a Serpa, no distrito de Beja, num protesto contra o aumento dos custos de produção no setor.
Menor terá feito vários disparos com projéteis de plástico a partir da varanda de uma residência nas Caldas da Rainha. Réplica foi apreendida pela PSP, que alerta: "Não deve ser tratada como um brinquedo."
PSP registou mais de 54 mil crimes contra pessoas idosas nos últimos três anos, com milhares de casos de furtos, burlas e violência doméstica. Só durante o verão, 294 idosos foram encontrados em situação de risco.
Trinta pessoas morreram em cinco meses da época balnear, divulgou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN) num balanço que assinala ainda 1.418 salvamentos e 2.609 ações de primeiros-socorros.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) elevou para laranja os avisos nas nove ilhas dos Açores, desde a madrugada de hoje, devido à chuva forte e trovoada, na sequência da depressão pós-tropical Hanna.