Empresa na Póvoa de Varzim comercializava gomas, bolachas e até bebidas feitas com droga

Esta empresa anunciava, através da Internet, a venda de produtos à base de canábis, mas sem a substância psicoativa proibida por lei que causa alucinações, conhecida como THC.

© D.R.

Uma empresa situada numa zona residencial na freguesia de A Ver-o-Mar, na Póvoa de Varzim, comercializava gomas, bolachas e até bebidas feitas com droga, desde o mês de setembro. As guias das caixas descreviam outros materiais para iludir a fiscalização, segundo apurou o Jornal de Notícias (JN).

Os colaboradores da empresa doseavam a droga, embalavam-na em pequenos sacos e, nalguns casos, transformavam-na em gomas ou bolachas. Em seguida, estes produtos eram promovidos nas redes sociais e sites da Internet como produtos sem THC – substância psicoativa proibida por lei que causa alucinações –, ou seja, de comercialização legal.

Note-se que em Portugal, a venda de produtos à base de canábis é permitida desde que não tenha THC, o que permitiu que estes produtos fossem vendidos.

Contudo, a PJ descobriu que os produtos “legais” eram, na realidade, droga. “Após intercetar uma encomenda suspeita [num entreposto postal], veio a remeter o produto para análise pericial do Laboratório de Polícia Científica da PJ, vindo a verificar-se que se tratava de produto estupefaciente ilegal”, pode-se ler no comunicado a que o JN teve acesso.

A PJ efetuou uma busca ao armazém da empresa e apreendeu mais de cem quilos de canábis herbácea e cerca de 30 quilos de haxixe (pasta feita à base da resina da canábis). Deteve ainda três homens (dois argelinos e um francês) e uma portuguesa. Os dois franceses fundadores da empresa continuam a monte.

 

Últimas do País

O corpo de um homem aparentando "entre os 30 e os 40 anos" foi hoje encontrado no areal, no norte do concelho da Figueira da Foz, após um popular ter dado o alerta, disse o comandante da capitania.
Mais de mil menores ficaram órfãos entre 2004 e 2018 na sequência de crimes em contexto familiar. E a tragédia continua: desde 2020, pelo menos outros 72 menores ficaram sem um dos progenitores na sequência de crimes associados à violência doméstica.
Dois homens, de 36 e 47 anos, foram detidos no Aeroporto Humberto Delgado quando, segundo a Polícia Judiciária, se preparavam para introduzir em Portugal cocaína suficiente para cerca de 342 mil doses individuais. Ambos ficaram em prisão preventiva.
Tribunal de Loures condenou a 16 anos de prisão um professor de música, de 40 anos, por crimes cometidos contra uma jovem que tinha apenas 12 anos quando começaram os contactos de natureza sexual. Os abusos prolongaram-se durante vários anos. Arguido terá ainda incentivado a troca e o armazenamento de vídeos pornográficos e terá de indemnizar a vítima em 56 mil euros.
Tinha sido autuado por conduzir sob o efeito do álcool e notificado de que estava impedido de conduzir. Ainda assim, voltou ao carro e arrancou em fuga. Dois agentes da PSP foram atingidos e ficaram feridos durante a madrugada desta segunda-feira, em Portimão.
O tempo de espera nas urgências voltou esta segunda-feira a subir em alguns hospitais, com doentes urgentes a aguardarem quase 10 horas para serem vistos por um médico, segundo o portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Mais de 60 concelhos de 10 distritos de Portugal continental estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, num dia em que as temperaturas máximas vão continuar elevadas na generalidade do território, segundo o IPMA.
A mais recente tracking poll da Pitagórica para a CNN Portugal, TVI e Nascer do Sol revela um dado que vai além da corrida geral entre partidos: o CHEGA surge como a força política mais escolhida entre os eleitores dos 18 aos 54 anos, faixa que abrange uma parte substancial da população em idade ativa.
Nove distritos de Portugal continental vão estar domingo e segunda-feira sob aviso amarelo devido à previsão de tempo quente, informou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O corpo de um homem, de 71 anos, foi encontrado, esta manhã, "a flutuar nas Termas do Carapacho, na ilha Graciosa", nos Açores, desconhecendo-se as causas que estão na origem da ocorrência, foi anunciado.