PRR pagou mais de 79 ME pagos entre 18 e 26 de dezembro

O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) pagou mais 79 milhões de euros aos beneficiários entre 18 e 26 de dezembro de 2024, segundo o último relatório de monitorização.

© D.R.

O valor total de pagamentos ascende a 6.129 milhões de euros, o que corresponde a 28% da dotação e do valor contratado e a 30% do aprovado.

As empresas (2.156 milhões de euros) e as entidades públicas (1.387 milhões de euros) foram as que mais receberam.

Seguem-se as autarquias e áreas metropolitanas (726 milhões de euros), as empresas públicas (645 milhões de euros), as escolas (448 milhões de euros), as instituições de ensino superior (248 milhões de euros) e as famílias (198 milhões de euros).

Depois estão as instituições da economia solidária e social (180 milhões de euros) e as instituições do sistema científico e tecnológico (141 milhões de euros).

Por sua vez, as aprovações de projetos estão em 20.316 milhões de euros, o que equivale a 91% da dotação e do valor contratado.

Destacam-se as empresas (5.812 milhões de euros), as entidades públicas (4.835 milhões de euros) e as empresas públicas (2.908 milhões de euros).

As escolas (1.026 milhões de euros) e as instituições do ensino superior (803 milhões de euros) fecham o top cinco.

Abaixo estão as instituições da economia solidária e social (559 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (405 milhões de euros) e as famílias (241 milhões de euros).

Até 26 de dezembro, o PRR recebeu 349.861 candidaturas, mais 60 face à semana anterior.

Já as candidaturas aprovadas estão em 206.184, um aumento de 154.

Dos 463 marcos e metas acordados com Bruxelas, Portugal já cumpriu 147 e 30 estão em avaliação.

Após a reprogramação do PRR, aprovada em setembro de 2023, a dotação do plano ascendeu a 22.216 milhões de euros.

Portugal já recebeu 11.396 milhões de euros, ou seja, 51% do valor do plano.

O PRR, que tem um período de execução até 2026, pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.

Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.

Últimas de Economia

A plataforma para pedir apoio à supervisão de habitações, em funcionamento desde quinta-feira, recebeu 623 candidaturas, num montante global de 4,5 milhões de euros, disse à agência Lusa o responsável pela estrutura de missão.
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) já recebeu indicações de prejuízos da ordem dos 130 milhões de euros, mas alerta que ainda não é possível “falar em números concretos”.
Todas as cidades das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, assim como da região do Algarve, tornaram-se "inacessíveis" para uma família de rendimento médio que queira arrendar casa pela primeira vez, conclui um estudo da Century 21.
O dinheiro colocado pelos clientes particulares em depósitos atingiu 144,3 mil milhões de euros em 2025, o valor máximo desde 2003, o início da série, segundo os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal.
Os bancos emprestaram 23,3 mil milhões de euros em crédito à habitação em 2025, mais 5.900 milhões de euros do que em 2024 e o valor mais elevado desde 2014 (o início da série), segundo o Banco de Portugal.
Cerca de 116 mil clientes da E-Redes continuavam esta terça-feira às 12:00 sem fornecimento de eletricidade em Portugal continental, na sequência dos danos provocados pela depressão Kristin na rede elétrica, informou a empresa.
O presidente da estrutura de missão para responder aos efeitos da depressão Kristin afirmou hoje que a plataforma para pedir apoios para a reconstrução das casas afetadas deverá ficar disponível online entre hoje e quarta-feira.
O mês de janeiro de 2026 teve o maior consumo de energia elétrica de sempre registado no sistema nacional, segundo avançou hoje a REN - Redes Energéticas Nacionais.
O preço mediano dos 41.117 alojamentos familiares transacionados no terceiro trimestre de 2025 foi de 2.111 euros por metro quadrado, mais 16,1% que no mesmo período de 2024 e 2,2% acima do trimestre anterior, divulgou hoje o INE.
O Estado anunciou ajuda, mas o dinheiro não chegou a quem precisava. Em 2025, 1,2 milhões de euros destinados à botija de gás ficaram por gastar, apesar do aumento do preço e do recorde de beneficiários. Um apoio que existe no papel, mas falha na vida real.