Exportações caem 1,8% e importações sobem 4,7% em novembro

As exportações diminuíram 1,8% e as importações aumentaram 4,7% em novembro de 2024, em termos nominais e face ao período homólogo, segundo os dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

© D.R.

Em novembro, relativamente ao período homólogo, o INE destaca a diminuição das exportações de material de transporte (-10,0%) e de máquinas e outros bens de capital (-7,7%), enquanto, nas importações, salienta o aumento dos fornecimentos industriais (+23,6%).

Excluindo combustíveis e lubrificantes, registou-se um decréscimo de 2,6% nas exportações e um acréscimo de 6,1% nas importações, que compara com aumentos de 16,5% e de 6,9%, respetivamente, em outubro de 2024.

Já excluindo as transações com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda (sem transferência de propriedade), registaram-se em novembro diminuições em ambos os fluxos: -1,7% nas exportações e -2,1% nas importações.

Considerando o trimestre terminado em novembro de 2024, as exportações e as importações aumentaram, respetivamente, 6,4% e 5,2%, em termos homólogos (+7,1% e +4,2%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em outubro de 2024), originando um aumento do défice em 148 milhões de euros.

Últimas de Economia

O 'stock' de empréstimos para habitação atingiu em maio 115.742 milhões de euros, o equivalente a uma taxa de variação anual de 10,8%, a mais alta desde fevereiro de 2003, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
Os juros da dívida portuguesa subiam hoje a dois, a cinco e a 10 anos face a sexta-feira, alinhados com os de Espanha, Grécia e Itália, e com os da Alemanha no prazo mais longo.
As contas do Serviço Nacional de Saúde (SNS) continuam longe de estar controladas. O défice ultrapassou os mil milhões de euros em 2025 e, na última década, o Estado já foi obrigado a injetar cerca de 7,9 mil milhões de euros para manter o SNS a funcionar.
A renda mediana dos novos contratos de arrendamento em Portugal atingiu, no primeiro trimestre, 9,46 euros por metro quadrado, um aumento de 9,1%, acelerando face aos 7,9% do trimestre anterior, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O valor mediano de avaliação bancária na habitação atingiu um novo máximo histórico de 2.208 euros por metro quadrado em maio, mais 34 euros do que no mês anterior e 17,1% acima do mês homólogo de 2025, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O CHEGA apresentou um projeto de lei que prevê uma isenção de 50% em sede de IRS para portugueses emigrantes que regressem ao país e voltem a fixar residência em Portugal.
O preço do cacau nos mercados de futuros está hoje novamente acima de 5.000 dólares/tonelada (4.339 euros/t), "o nível mais alto desde janeiro", segundo o portal Trading Economics.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) voltou hoje a rever em baixa a estimativa de crescimento da economia portuguesa, de 1,9% para 1,7% este ano, no relatório relativo ao Artigo IV.
O Tribunal de Contas rejeitou hoje responsabilidades no atraso e no custo do futuro Hospital Oriental de Lisboa, diz que deu o visto em 27 dias úteis e que precisou de diversos esclarecimentos para suprir "falhas e ilegalidades".
A economia da zona euro abrandou a sua contração em junho, após dois meses em que se intensificou, num contexto de diminuição das pressões inflacionistas decorrentes do impacto da guerra no Médio Oriente, segundo o índice PMI.