Beneficiários de prestações de desemprego sobem 7,7% em dezembro para 195.245

O número de beneficiários de prestações de desemprego aumentou 7,7% em dezembro de 2024, em termos homólogos, totalizando 195.245, segundo a síntese estatística da Segurança Social hoje divulgada.

©️ Instituto da Segurança Social

Em relação ao mês anterior, registaram-se em dezembro mais 8.404 beneficiários, o equivalente a uma subida de 4,5%.

Já face ao período homólogo, houve um acréscimo de 13.921, de acordo com a síntese do Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

No que toca ao subsídio de desemprego, registou-se em dezembro de 2024 um aumento homólogo de 10% do número de beneficiários (mais 14.317 subsídios processados), totalizando os 156.854. Já na comparação em cadeia, verificou-se um acréscimo de 4,1% (mais 6.208 beneficiários).

“O valor médio mensal do subsídio de desemprego em dezembro foi de 674,73 euros, representando uma variação anual positiva de 8%”, refere ainda o GEP.

No que concerne ao número de beneficiários do subsídio social de desemprego inicial subiram 2,3% comparativamente com o mesmo mês do ano anterior (mais 216 subsídios processados) e aumentaram 28,1% face a novembro (mais 2.081 beneficiários), totalizando os 9.474.

O subsídio social de desemprego subsequente abrangeu 20.713 beneficiários em dezembro de 2024, uma redução homóloga de 6,1% (menos 1.349 beneficiários), mas uma subida de 0,7% em termos mensais (mais 146 beneficiários).

À semelhança do que tem sucedido, as prestações de desemprego foram maioritariamente pedidas por mulheres, correspondendo a 110.867 beneficiárias e a 84.378 beneficiários (43,2%).

Em termos homólogos, as prestações de desemprego aumentaram 8,7% para os homens e subiram 6,9% para as mulheres.

Já na comparação com o mês anterior, verificou-se um crescimento de 6,4% para os homens e uma subida de 3,1% para as mulheres.

Últimas de Economia

O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 254,99 euros, mais 0,60 euros relativamente à semana anterior, foi hoje anunciado.
O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação vai acelerar para 3,1% no segundo trimestre de 2026 devido ao aumento dos preços da energia causado pela guerra no Médio Oriente.
A atividade económica em Portugal registou uma quebra na última semana de março, de acordo com o indicador diário divulgado hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
As taxas Euribor desceram a seis e 12 meses e subiram a três meses hoje, face a quarta-feira.
Os concursos de empreitadas de obras públicas promovidos até fevereiro diminuíram 35% em número e 49% em valor face ao mesmo mês de 2025, respetivamente para 467 e 861 milhões de euros.
O consumo de eletricidade atingiu, entre janeiro e março, o valor mais elevado de sempre para um primeiro trimestre em Portugal, registando um máximo de 14,6 Terawatt-hora (TWh), segundo informou a REN - Redes Energéticas Nacionais em comunicado.
Os consumidores em Portugal contrataram em fevereiro 769,4 milhões de euros em crédito ao consumo, numa subida homóloga acumulada de 10,8%, enquanto o número de novos contratos recuou para 134.697, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).
Os pagamentos em atraso das entidades públicas fixaram-se em 369,7 milhões de euros em fevereiro, uma subida de 5,8 milhões de euros face ao período homólogo e de 34,5 milhões face a janeiro, foi hoje anunciado.
Os preços das casas estão a aumentar ininterruptamente em Portugal desde que o primeiro governo de Luís Montenegro tomou posse, em 02 de abril de 2024, contribuindo para agravar uma crise ainda sem solução à vista.
A dívida pública na ótica de Maastricht, a que conta para Bruxelas, aumentou cerca de 1.560 milhões de euros em fevereiro, para 282.711,2 milhões de euros, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).