Marcelo pede “reflexão contínua” sobre importância de políticas públicas de Proteção Civil

O Presidente da República assinalou hoje o Dia Internacional da Proteção Civil com um apelo para que se faça uma “reflexão contínua e estruturada” sobre a importância de políticas públicas nessa área e manifestando “profunda gratidão” aos seus agentes.

© Facebook da Presidência da República

“Comemora-se hoje o Dia Internacional da Proteção Civil, data que deve continuar a ser o mote para uma reflexão contínua e estruturada sobre a importância crítica da formulação e implementação de políticas públicas de Proteção Civil”, lê-se numa nota publicada por Marcelo Rebelo de Sousa na página oficial da Presidência da República.

O chefe de Estado “reitera o seu apelo a cada cidadão, organização e agente de Proteção Civil, no que respeita à educação para o risco e à disseminação de uma cultura de prevenção”.

“Só assim poderemos ter comunidades e instituições mais preparadas e resilientes, face aos efeitos associados à imprevisibilidade da ocorrência de acidentes graves ou catástrofes”, lê-se.

Marcelo Rebelo de Sousa manifesta ainda, “em nome dos portugueses”, a sua “profunda gratidão e respeito por todos os agentes de Proteção Civil – de entre os quais o setor dos bombeiros – que diariamente, e em condições muitas vezes adversas, trabalham incansavelmente para proteger vidas, reduzir a vulnerabilidade e garantir a segurança da população”.

Últimas de Política Nacional

Os requerimentos, apresentados pelo CHEGA, JPP e PS, foram aprovados hoje por unanimidade na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação (CIMH).
O candidato presidencial e líder do CHEGA, André Ventura, acusou hoje Luís Marques Mendes de criar "fumaça" sobre o Orçamento do Estado para 2027 por estar "desesperado" e a "descer nas sondagens".
O candidato presidencial André Ventura considerou hoje que o Presidente da República tem legitimidade para dizer ao Governo "para onde é que tem de ir" em diferentes políticas e áreas da sociedade.
O candidato presidencial e líder do CHEGA acusou o primeiro-ministro e presidente do PSD de querer uma "marioneta" em Belém ao apelar ao voto em Marques Mendes e de estar "com medo" da sua candidatura.
Diplomacia, poder e vida pessoal cruzam-se em Budapeste: Maria Cristina Castanheta, companheira de Henrique Gouveia e Melo, foi nomeada embaixadora de Portugal na Hungria, numa decisão já validada por Belém e pelo Governo e que surge em pleno arranque da corrida presidencial.
Apesar de ter ficado provado o arremesso de objetos, incluindo pedras e garrafas, e de um jornalista ter sido ferido, o Ministério Público concluiu que não existem indícios suficientes para levar a julgamento os manifestantes não identificados.
O Supremo Tribunal de Justiça anulou as medidas de coação agravadas aplicadas pela Relação de Lisboa no processo de corrupção da Madeira, considerando que os factos invocados não sustentavam qualquer limitação à liberdade dos arguidos. Pedro Calado e dois empresários regressam ao simples Termo de Identidade e Residência.
André Ventura defendeu que um Presidente da República não deve interferir em processos judiciais concretos e acusou os candidatos da esquerda de já terem “chegado a um acordo” político que escondem do eleitorado.
O Líder do CHEGA elogia o diagnóstico de Marcelo Rebelo de Sousa sobre o país, mas deixa o alerta: “Portugal não precisa de análises, precisa de ação”.
O Presidente da Assembleia da República (PAR) criticou hoje o ambiente de “desconfiança permanente” sobre os políticos e, a propósito das presidenciais, reservou um eventual processo de revisão constitucional para o órgão competente: o Parlamento, cujos trabalhos dirige.