Sindicato da PSP alerta para “graves problemas” no comando de Portalegre

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) alertou hoje que o Comando Distrital de Portalegre da PSP está "confrontado com graves problemas" de instalações, e com "falta e envelhecimento" do seu efetivo policial.

© Facebook\ aspppsp

Em comunicado, a ASPP/PSP explica que visitou na quarta-feira o Comando Distrital de Portalegre, tendo também visitado a divisão de Elvas, no âmbito de “uma política de proximidade – informação, auscultação e esclarecimento” que tem em curso.

“Nesta ida, foi possível constatar que o Comando Distrital de Portalegre se confronta com graves problemas em termos de instalações, falta e envelhecimento de efetivo policial, entre outras contingências”, lê-se no comunicado.

No edifício do comando, segundo a ASPP/PSP, “não se coaduna que em pleno século XXI”, a zona onde os elementos policiais trocam de roupa “se assemelhe a catacumbas, locais subterrâneos da Roma antiga utilizados para sepultamentos”.

Para a associação trata-se de “condições que deveriam envergonhar qualquer responsável governativo”.

A ASPP/PSP apela ainda à “sensibilidade e compreensão” por parte do Governo para as “especificidades e debilidades” que comandos como o de Portalegre apresentam.

“A ASPP/PSP assegura ainda a todos os profissionais que prestam serviço no Comando Distrital de Portalegre, que tudo fará para que, com a maior brevidade possível, sejam melhoradas as condições de trabalho”, acrescentam.

Últimas do País

Um homem e uma mulher, ambos de 32 anos e de nacionalidade estrangeira, foram detidos pela Polícia Judiciária na Guarda por suspeitas de violência doméstica, exploração da filha na mendicidade e crimes sexuais. A menor, que tinha 13 anos à data dos factos, já se encontrava institucionalizada quando surgiram indícios de abusos sexuais alegadamente cometidos pelo pai.
Doze pessoas foram detidas, uma delas constituída arguida, por suspeita de tráfico de estupefacientes em Lamego e Tarouca, segundo a GNR.
Os estudantes de Medicina alertaram hoje para falhas na plataforma de escolha de vagas do internato médico, após candidatos relatarem acesso antecipado a informações que, segundo a ACSS, resultaram de uma simulação técnica.
A Comissão de Trabalhadores (CT) do INEM apelou ao Governo para alterar com urgência a portaria que regula o transporte de doentes, adequando-a ao novo modelo que retirou competências de acreditação de formação ao INEM.
A ação humana continua a ser a causa preponderante e preocupante nos incêndios rurais na Região de Leiria, disse à agência Lusa o comandante Sub-regional de Emergência e Proteção Civil, Carlos Guerra.
A pensão média de velhice em Portugal não chega para pagar metade da mensalidade de um lar. Com preços médios de 1.717 euros por mês e falta de vagas comparticipadas, milhares de famílias enfrentam dificuldades para assegurar cuidados aos mais velhos.
Um esquema de manipulação de processos de insolvência terá permitido obter 9,5 milhões de euros, segundo noticia o Jornal de Notícias. O caso levanta suspeitas sobre a utilização dos mecanismos judiciais destinados a resolver situações de falência para alcançar benefícios financeiros indevidos.
Mais de metade dos participantes num barómetro da Intercampus considera que Marcelo Rebelo de Sousa teve influência indevida no caso das gémeas luso-brasileiras tratadas no Hospital de Santa Maria. Apenas 26,7% rejeitam essa possibilidade, enquanto 18,9% não manifestam opinião.
Dois movimentos brasileiros de orientação comunista revolucionária, associados à extrema-esquerda, estão sob vigilância da Polícia Judiciária (PJ) e do Serviço de Informações de Segurança (SIS). A Unidade Popular pelo Socialismo e o Movimento Olga Benário despertaram a atenção das autoridades devido à sua presença nos protestos pela habitação.
O presidente do CHEGA acusa grupos de extrema-esquerda de se infiltrarem nas manifestações pela habitação para provocar confrontos com a polícia. Ventura defende a atuação das forças de segurança e exige medidas urgentes no Orçamento do Estado, rejeitando reuniões políticas sem soluções concretas.