Sondagem: CHEGA ultrapassa os 20% nas intenções de voto dos portugueses

O CHEGA, que mantém o terceiro lugar, volta a subir nas sondagens, superando a fasquia dos 20% das intenções de voto.

© Folha Nacional

De acordo com a sondagem mais recente da Aximage, realizada para o Folha Nacional, se as legislativas se realizassem agora, o CHEGA alcançaria 20,2% das intenções de voto, ou seja, ultrapassaria o valor que obteve nas eleições de março 2024 (18%).

O CHEGA, que mantém o terceiro lugar, volta a subir nas sondagens, superando a fasquia dos 20% das intenções de voto. Em primeiro lugar, está o Partido Socialista com 31% e em segundo a Aliança Democrática com 28%.

Nos lugares seguintes ao CHEGA, seguem a Iniciativa Liberal (IL), com 6,9% das intenções de voto e a CDU, com 3,6%. Seguem o Bloco de Esquerda com 2,8%, o Livre, com 2,2%, e o PAN, que fecha a lista com 1,5%.

Feitas as contas, restam 3,8% dos votos para outros partidos e para pessoas que não partilharam em quem votariam, os chamados O.B.N..

 

FICHA TÉCNICA
Sondagem de opinião realizada pela Aximage – Comunicação e Imagem Lda. para o partido CHEGA, sobre a intenção de voto nas eleições legislativa antecipadas e temas da atualidade política. Universo: Indivíduos maiores de 18 anos residentes em Portugal. Amostra: Amostragem por quotas, obtida a partir de uma matriz cruzando sexo, idade e região (NUTSII), a partir do universo conhecido, reequilibrada por sexo, idade e região. A amostra teve 1343 entrevistas efetivas: 742 entrevistas CAWI e 601 entrevistas CATI; 645 homens e 698 mulheres; 304 entre os 18 e os 34 anos, 366 entre os 35 e os 49 anos, 361 entre os 50 e os 64 anos e 312 para os 65 e mais anos; 463 Norte, 275 Centro, 185 Sul e Ilhas, 420 Área Metropolitana de Lisboa. Técnica: Aplicação online – CAWI (Computer Assisted Web Interviewing) – de um questionário estruturado a um painel de indivíduos que preenchem as quotas pré-determinadas; entrevistas telefónicas – metodologia CATI (Computer Assisted Telephone Interviewing) do mesmo questionário devidamente adaptado ao suporte utilizado. O trabalho de campo decorreu entre 17 e 21 de março de 2025. Taxa de resposta: 38,04%. Margem de erro: O erro máximo de amostragem deste estudo, para um intervalo de confiança de 95%, é de + ou – 2,7%. Responsabilidade do estudo: Aximage – Comunicação e Imagem Lda., sob a direção técnica de Ana Carla Basílio.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA aceita as duas limitações impostas por Aguiar-Branco e desbloqueia a comissão parlamentar de inquérito. Ventura mantém as críticas à decisão, mas garante que não deixará cair a investigação aos mandatos do antigo diretor da Polícia Judiciária, Luís Neves.
Autarquia liderada pelo socialista Gonçalo Lopes repartiu trabalhos semelhantes de gestão florestal por cinco procedimentos, todos abaixo do limiar europeu. Dois ficaram a poucos milhares de euros dos 216 mil e, em quatro concursos, as empresas tiveram apenas cerca de 36 horas para apresentar propostas.
O líder do CHEGA acusa José Luís Carneiro de contradição e sustenta que os socialistas preferem preservar o entendimento político com o PSD a transformar em lei aquilo que dizem defender: baixar o IVA nos combustíveis de 23% para 13%.
O partido liderado por André Ventura exige explicações sobre pagamentos identificados pela Inspeção-Geral das Finanças e quer ouvir atuais e antigos responsáveis da televisão pública. Conselho Fiscal e Conselho Geral Independente também são chamados ao escrutínio. “Estamos a falar de recursos que são públicos”, avisa o deputado Daniel Teixeira.
O presidente do CHEGA anuncia novo requerimento potestativo para investigar a passagem de Luís Neves pela direção da PJ e acusa o Parlamento de aplicar critérios diferentes dos usados noutras comissões de inquérito. Ventura admite limitar novamente o objeto para desbloquear a CPI.
O presidente do CHEGA acusa Aguiar-Branco de bloquear o escrutínio ao atual ministro da Administração Interna e fala numa operação de “contenção política de danos”. Ventura denuncia “dois critérios” na admissão de inquéritos parlamentares e promete não deixar cair a investigação à passagem de Luís Neves pela direção da Polícia Judiciária.
A Cosmos Business Travel, empresa ligada ao universo empresarial da família Oliveira, terá faturado perto de 600 mil euros desde 2024 em serviços de viagens e alojamento contratados por organismos públicos, segundo revela o Tal & Qual.
O inquérito potestativo que permitiria avançar com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) a Luís Neves sem votação foi rejeitado. CHEGA denuncia uma tentativa de proteger o ministro da Administração Interna e impedir que a sua gestão na PJ seja investigada.
CHEGA voltou a exigir que a comissão de inquérito à gestão de Luís Neves na Polícia Judiciária avance no arranque da nova sessão legislativa. Aguiar-Branco mantém o processo em análise e ainda não deu luz verde à constituição da comissão. Partido liderado por André Ventura lamenta novo impasse num inquérito que considera ser um direito potestativo.
A Entidade para a Transparência (EpT) admitiu não ser possível determinar com "rigor e fidedignidade" quantos titulares de cargos políticos e altos cargos públicos estão atualmente obrigados a apresentar declarações de rendimentos e interesses.