Jovens têm até dezembro para subscrever oferta de assinaturas digitais

A oferta de assinaturas digitais de media de informação geral ou económica de âmbito nacional para jovens entre 15 e 18 anos foi hoje publicada em Diário da República e estes têm até dezembro para subscrever.

© D.R.

O Decreto-Lei n.º 42/2025 aprova o programa de oferta de assinaturas digitais de publicações periódicas, com o objetivo de fomentar a literacia mediática e o combate à desinformação entre a população jovem, e é uma das 30 medidas do Plano de Ação para a Comunicação Social apresentado pelo Governo em outubro.

O programa de oferta consiste na oferta de uma assinatura digital, com validade de dois anos, de uma publicação periódica, a todos os jovens entre os 15 e os 18 anos, inclusive, residentes em território nacional.

A subscrição das assinaturas digitais abrangidas é de 20 euros, montante que é “integralmente suportado pelo Estado e abrange um período ininterrupto de dois anos”.

De acordo com o diploma, “cada beneficiário não pode, ao abrigo do programa, subscrever mais do que uma publicação periódica” e “o prazo limite para a subscrição das assinaturas digitais de publicações periódicas é o dia 31 de dezembro de 2025”.

As entidades proprietárias das publicações periódicas “que estejam interessadas em aderir ao programa solicitam a sua adesão à #PortugalMediaLab, no prazo a fixar” numa portaria a aprovar pelos membros do Governo responsáveis pelas áreas da comunicação social e da juventude e modernização.

Os beneficiários acedem ao programa através do Portal GOV.PT, efetuando uma autenticação com recurso à Chave Móvel Digital ou ao cartão de cidadão, facultando à Agência para a Modernização Administrativa (AMA) o número de identificação civil ou, no caso de cidadãos estrangeiros, o número de identificação fiscal; data de nascimento; distrito e o concelho da morada; e endereço de correio eletrónico.

Após a autenticação, os jovens beneficiários confirmam o endereço de correio eletrónico destinado a receber informações sobre a subscrição efetuada; e escolhem, de entre as publicações periódicas disponíveis, organizadas por ordem alfabética, aquela que pretendem subscrever.

Por sua vez, “a entidade proprietária da publicação periódica selecionada recebe da AMA a informação”, de forma “segura e exclusivamente para a finalidade prevista no presente diploma, e disponibiliza, no prazo máximo de 72 horas, através do endereço de correio eletrónico do beneficiário, os códigos de ativação e instruções referentes à publicação periódica que subscreveu”.

O beneficiário dispõe de um prazo de 30 dias para ativar a subscrição escolhida, findo o qual o direito à ativação caduca.

A Secretaria-Geral do Governo “procede ao pagamento das faturas apresentadas pelas entidades proprietárias, no prazo de 30 dias a contar da sua emissão e após validação das mesmas pela #PortugalMediaLab”.

“Para efeitos de eventual renovação, o Programa é avaliado até ao final do 1.º semestre de 2026”, lê-se no diploma.

Últimas do País

O líder parlamentar do CHEGA saiu em defesa dos agentes envolvidos nos incidentes do Porto, denunciando agressões e apontando o dedo a elementos da extrema-esquerda. "Crise da habitação não pode justificar o incumprimento da lei", sustentou.
Antigas funcionárias denunciam alegadas agressões, alimentação forçada e administração de gotas para dormir destinadas a adultos. Uma vizinha chamou a polícia após ouvir choros persistentes e pedidos de ajuda. Diretora nega as acusações.
Mafalda Anjos atirou-se a André Ventura durante uma intervenção na CNN Portugal, numa discussão em que estiveram em destaque propostas do CHEGA para reduzir as portagens e baixar a idade da reforma. A comentadora da CNN Portugal afirmou que "as propostas do CHEGA vão contra a democracia".
Sete pessoas ficaram feridas, uma com gravidade, na tarde de hoje, em Bragança, após desacatos entre várias pessoas, que culminaram em colisões rodoviárias, e que tiveram início no rapto de uma criança por um dos seus progenitores.
O Tribunal de Bragança decretou hoje prisão preventiva para o homem que foi detido na terça-feira pela GNR, numa fiscalização rodoviária, com mais de 2.500 doses de droga.
A Polícia Judiciária (PJ) deteve na região de Lisboa um homem estrangeiro suspeito de se ter casado com uma portuguesa residente em França para obter título de residência em Portugal, anunciou hoje a força policial.
A Polícia Judiciária deteve, em Silves, um cidadão estrangeiro de 44 anos, suspeito de cinco crimes de abuso sexual contra a filha de 11 anos da companheira. Os alegados abusos terão ocorrido durante cerca de um ano, na residência onde o homem vivia com a criança e a mãe.
A Polícia Judiciária investiga um alegado esquema de fraude fiscal envolvendo empresas de prateleira utilizadas em operações imobiliárias de elevado valor. As suspeitas apontam para um prejuízo superior a 66 milhões de euros para o Estado, devido à utilização indevida de isenções do Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT).
A recolha seletiva de embalagens aumentou apenas 0,9% no primeiro semestre de 2026, apesar do reforço do financiamento do setor. As entidades gestoras alertam para a dificuldade em cumprir as metas europeias, numa altura em que a recolha de plástico e aço está a diminuir.
Uma fiscalização da Guarda Nacional Republicana (GNR) na Autoestrada 2, junto ao Seixal, terminou com a apreensão de 150 jerricãs de gasolina, cinco doses de haxixe, dinheiro e telemóveis. O condutor, de 23 anos, foi constituído arguido por suspeitas de tráfico de droga.