Mercado automóvel recua 1,1% no primeiro trimestre em Portugal

O mercado automóvel recuou 1,1% no primeiro trimestre em Portugal, tendo sido colocados em circulação 67.788 novos veículos, adiantou hoje a ACAP - Associação Automóvel de Portugal.

© D.R

Por outro lado, em termos mensais, foram matriculados em Portugal 27.787 veículos automóveis em março, ou seja, mais 5,9% que no mesmo mês de 2024, indicou em comunicado.

No que diz respeito aos veículos ligeiros de passageiros, entre janeiro e março de 2025, as matrículas “totalizaram 58.545 unidades, o que se traduziu numa ligeira variação negativa de 0,8% relativamente a período homólogo de 2024”.

Quase dois terços (65,1%) dos ligeiros de passageiros novos eram movidos a outros tipos de energia, como elétricos e híbridos, e destes 20,8% dos veículos eram elétricos.

Em março, foram matriculados em Portugal 24.578 automóveis ligeiros de passageiros novos, uma subida homóloga de 7,8%.

Quanto aos ligeiros de mercadorias, no terceiro mês de 2025 registou-se uma queda de 8,5% face ao mês homólogo, com 2.600 unidades matriculadas. Mas em termos acumulados, o mercado atingiu 7.646 unidades, o que representou um aumento de 0,7% face ao mesmo período do ano de 2024, indicou a ACAP.

A associação notou ainda que no mercado de veículos pesados, que engloba os tipos de passageiros e de mercadorias, verificou-se um aumento de 1,3% em março, tendo sido comercializados 609 veículos desta categoria.

No acumulado de janeiro a março, “as matrículas desta categoria totalizaram 1.597 unidades, o que representou uma queda do mercado de 15,3% relativamente ao mesmo período de 2024”.

Últimas de Economia

Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o aumento homólogo de 14,2% do valor mediano da avaliação bancária – realizada no âmbito de pedidos de crédito para a aquisição de habitação – ficou abaixo do registado em agosto (14,7%), enquanto a variação em cadeia se fixou em 1,1%.
A petrolífera portuguesa fechou os primeiros nove meses de 2026 com lucros de 1,4 mil milhões de euros. O aumento da produção de petróleo e a valorização do crude contribuíram para resultados equivalentes a mais de cinco milhões de euros por dia.
Um estudo da Católica-Lisbon SBE revela que 85,1% dos inquiridos manifestam elevados níveis de preocupação com o acesso à habitação, enquanto 92,1% têm preocupação com a subida dos preços.
O Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) vai aumentar em 2027 para milhares de proprietários portugueses, na sequência da atualização automática do Valor Patrimonial Tributário (VPT). A subida será de 3% para os imóveis destinados à habitação e de 4% para edifícios de comércio, serviços e indústria abrangidos pela atualização.
A editora Deco Proteste alertou hoje que alguns proprietários podem estar a pagar mais IMI do que deveriam, quando o valor patrimonial do imóvel não reflete a evolução de determinados fatores usados no cálculo do tributo.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) alertou que a plataforma IronFX e a entidade Notesco (BVI) Limited não estão autorizadas a exercer atividades de intermediação financeira em Portugal. Em comunicado, a CMVM alerta para o facto de nem a plataforma IronFX nem a entidade Notesco (BVI) Limited estarem autorizadas para o exercício de qualquer atividade de intermediação financeira em Portugal ou para qualquer outra atividade sob a sua supervisão.
O investimento público previsto para a habitação deverá sofrer uma redução de 63% em 2027, após o fim do financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A quebra surge num período em que o acesso à casa continua a representar uma dificuldade para muitas famílias.
O Governo português pretende eliminar as restrições às rendas nos novos contratos, classificando-as como uma medida ideológica. Contudo, 23 países da OCDE mantêm mecanismos de regulação dos preços, incluindo economias como a Alemanha, França e Estados Unidos.
O líder do CHEGA/Madeira, Hugo Nunes, afirmou que o partido votará contra o Orçamento Regional 2027 se não for incluído o diferencial de 30% no IVA, que visa reduzir o custo de vida dos madeirenses.
Comprar casa em Portugal nunca exigiu tanto esforço financeiro às famílias. O país atingiu, em 2025, o pior índice de acessibilidade à habitação desde 1995, liderando pela negativa uma lista de 33 países analisados pela OCDE. Na última década, os preços das casas mais do que duplicaram, enquanto os rendimentos cresceram apenas 33%.