Cabaz alimentar volta a disparar e já custa mais 70 euros do que há quatro anos

Os portugueses continuam a pagar cada vez mais para levar exatamente os mesmos produtos para casa. O cabaz alimentar voltou a aumentar e já custa quase mais 38% do que custava há pouco mais de quatro anos.

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O preço do cabaz alimentar monitorizado semanalmente pela DECO PROteste voltou a subir na primeira semana de junho, interrompendo um ciclo de três semanas consecutivas de descidas.

De acordo com os dados divulgados pela associação de defesa do consumidor, o conjunto de produtos analisados registou um aumento de 1,97 euros face à semana anterior, passando a custar 259,31 euros.

Apesar de a subida semanal representar apenas 0,77%, a tendência acumulada continua a agravar a pressão sobre o orçamento das famílias portuguesas. Desde o início de 2026, o mesmo cabaz já encareceu 17,48 euros, o equivalente a um aumento de 7,2%.

A comparação com o início de 2022 evidencia ainda mais o impacto da escalada dos preços. Há cerca de quatro anos e meio, este conjunto de bens alimentares custava menos 71,61 euros do que atualmente, o que corresponde a um agravamento superior a 38%.

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