Algarve vai ter segundo centro público de procriação medicamente assistida do país

O segundo centro público de procriação medicamente assistida do país vai ser construído em Loulé, devendo estar operacional em 2026, disse à Lusa fonte da Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve.

© D.R.

Segundo a mesma fonte, o investimento para a construção do centro deverá rondar os dois milhões de euros, ao abrigo de uma parceria entre a ULS do Algarve, o Algarve Biomedical Center (ABC) e o Município de Loulé.

Questionada pela Lusa sobre o número de utentes que o centro poderá abranger, a mesma fonte disse que, tratando-se de uma valência nova no Algarve, não existem dados históricos da população a servir, estimando-se que “o movimento assistencial anual se situe em cerca de 200 casais para diagnóstico e 70 para o ciclo completo até ao implante das células fecundadas”.

O plano funcional do futuro Centro de Procriação Medicamente Assistida está ainda em “finalização”, pelo que a estimativa de custos não tem um valor final definitivo, acrescentou, esperando-se que esteja operacional durante o ano de 2026.

O anúncio da construção do novo centro foi feito durante a inauguração, em Loulé, do Edifício Outreach, na terça-feira, unidade que terá um biobanco, um banco de células estaminais, um centro de Entomologia e um laboratório de Genética.

Na ocasião, o presidente da Unidade Local de Saúde do Algarve, Tiago Botelho, sublinhou que o novo centro irá ajudar muitos casais a conseguirem ter filhos, sublinhando que colocará o Algarve “na linha da frente” também no que respeita ao tratamento da infertilidade, lê-se numa nota da Câmara de Loulé.

Trata-se do segundo centro público de procriação medicamente assistida do país, mas pretende ser “ainda melhor” do que o único existente atualmente, que está localizado na zona do Porto, conclui a nota.

Últimas do País

A Marinha coordenou o resgate médico de uma mulher de 76 anos, de nacionalidade norte-americana, que estava a bordo de um navio de cruzeiro que navegava a oeste do arquipélago dos Açores, foi este domingo divulgado.
Os distritos de Bragança, Viseu, Porto, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro e Braga estão este domingo sob aviso amarelo devido à previsão de chuva, podendo ser acompanhada de trovoada e de queda de granizo, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Um sismo de magnitude 3,1 na escalada de Richter foi sentido este sábado na ilha Terceira, informou o Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA).
Cerca de 20 mil clientes continuam sem serviços fixos de comunicações, três meses depois de a depressão Kristin ter atingido o país, revelou à agência Lusa a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom).
Portugal, Espanha e outros países do sul da Europa consolidaram-se como destinos preferidos dos europeus para viajar na primavera e no verão deste ano, com um aumento conjunto de 17% na procura face a 2025.
O coordenador da Estrutura de Missão Reconstrução da Região Centro do País disse à agência Lusa que a reposição total dos serviços de comunicações fixos, afetados na sequência do mau tempo, pode ocorrer até ao verão.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) anunciou esta sexta-feira ter detido, no concelho de Porto de Mós, dois jovens suspeitos de tráfico de droga, tendo apreendido, além de produto estupefaciente, armas.
Quase três meses depois da depressão Kristin, cerca de 20% da população do município de Figueiró dos Vinhos, no norte do distrito de Leiria, continua sem acesso à internet e a televisão, segundo o presidente da Câmara.
Dois autarcas do concelho de Leiria manifestaram à agência Lusa preocupação pela existência de idosos impossibilitados de pedir socorro em caso de necessidade devido ao atraso na reposição das comunicações fixas na sequência do mau tempo.
As comunidades intermunicipais (CIM) da Região de Leiria, Região de Coimbra e Médio Tejo pediram ao Governo o prolongamento das medidas de apoio lançadas para compensar os estragos provocados pela depressão Kristin.