GNR inicia hoje operação de fiscalização rodoviária a nível nacional

A GNR realiza a partir de hoje uma operação de fiscalização rodoviária, sobretudo para controlo de velocidade, focando-se nas vias com maior incidência de sinistralidade, anunciou a corporação.

© D.R.

O excesso de velocidade continua a ser, em Portugal, uma das principais causas da sinistralidade rodoviária grave, seja pela diminuição do tempo de reação do condutor face a um imprevisto ou pelo agravamento das suas consequências, em resultado da maior violência do embate, indica hoje a GNR em comunicado.

A velocidade excessiva é também a infração mais comum em todos os países europeus e a principal causa de morte nas estradas em toda a Europa, acrescenta a GNR, que no ano passado controlou 13.151.582 veículos e registou 9.644 em excesso de velocidade.

Com a operação que hoje começa, e que se prolonga até dia 13 de abril, a GNR pretende também sensibilizar os condutores para a importância da adoção de comportamentos mais seguros, “tendo em vista a promoção da segurança rodoviária e a salvaguarda de vidas humanas”.

Esta operação decorre no âmbito da Rede Europeia de Polícias de Trânsito (RoadPol), organização que congrega as polícias de trânsito da Europa e pretende melhorar a segurança rodoviária e o cumprimento das normas de trânsito.

Na nota, a GNR informa ainda que para quarta-feira está prevista uma ação intensiva de controlo de velocidade durante 24 horas consecutivas (ROADPOL – Speed Marathon), a realizar simultaneamente por todos os Estados Membros.

A GNR tornou-se membro da RoadPol no final de 2021.

As operações de âmbito europeu levadas a cabo por esta organização têm como principal finalidade a criação de um ambiente rodoviário mais seguro, através de uma “intervenção simultânea sobre as principais causas de acidentes”, procurando “influenciar positivamente os utilizadores”, levando-os a adotarem comportamentos mais seguros.

Últimas do País

A Polícia Judiciária (PJ) recolheu hoje na Câmara de Coruche, liderada pelo Partido Socialista nos últimos 20 anos, "documentação para efeitos de análise", relativa a matérias respeitantes a períodos anteriores ao atual mandato autárquico, informou o município, salientando ter prestado "toda a colaboração" às autoridades.
Os três jovens detidos por agressões violentas e uso de arma branca contra um cidadão que os repreendeu por fazerem barulho na via pública na zona da Miragaia, no Porto, saíram em liberdade, indicou hoje fonte judicial.
O presidente do CHEGA, André Ventura, manifestou hoje "total solidariedade" com os feridos de um acidente com um autocarro em Beja, desejando-lhes "rápida e plena recuperação".
A população portuguesa está entre as mais céticas na União Europeia quanto à capacidade de as autoridades nacionais lidarem com desastres naturais. Um relatório revela que 66% dos portugueses consideram que as autoridades nacionais não estão bem preparadas para lidar com esses eventos, a quarta taxa mais elevada na União Europeia.
A PSP anunciou hoje a apreensão de mais de 60 veículos e meios de mobilidade associados a situações de furto, roubo e abuso de confiança, no quadro de uma operação europeia conjunta.
A Polícia Judiciária (PJ) anunciou hoje a detenção em Sintra de um casal estrangeiro procurado no Reino Unido por crimes de burla e branqueamento de dinheiro durante a pandemia da Covid-19.
Está a aumentar o número de crianças que precisam de ser acolhidas em instituições devido a situações de violência familiar. Os casos envolvem menores que necessitam de proteção fora do ambiente em que viviam.
A Binance foi alvo de um ataque informático com impacto estimado em 5,6 mil milhões de euros. A empresa conseguiu congelar cerca de 2,7 mil milhões em ativos e garante que os clientes não terão de suportar eventuais prejuízos.
A Fruti-Taipina está acusada de recorrer a trabalhadores estrangeiros em situação irregular para reduzir os custos laborais. Em causa estão 15 crimes de auxílio à imigração ilegal e outros 15 relacionados com a utilização de trabalhadores estrangeiros sem situação regularizada.
O movimento Missão Escola Pública (MEP) rejeitou hoje “a diminuição das exigências de qualificação” para ensinar no 1.º ciclo, reagindo a uma proposta apresentada há dois dias pelo Ministério da Educação aos sindicatos de professores.