Publicada portaria que dá início ao processo de candidaturas ao Superior

O regulamento de acesso ao Ensino Superior no ano letivo 2025--2026 foi hoje publicado, através de portaria, ficando o calendário dependente de despacho do diretor geral.

© D.R.

Fonte do Ministério da Educação disse à agência Lusa que o despacho do diretor-geral do Ensino Superior, com o calendário, sairá “em breve”.

A aprovação anual da regulamentação é necessária para a preparação do concurso nacional de acesso e ingresso no ensino superior público.

“Neste contexto, o regulamento aprovado pela presente portaria fixa as regras aplicáveis ao concurso nacional de acesso e ingresso nos cursos ministrados em instituições de ensino superior públicas no ano letivo de 2025-2026 em termos bastante idênticos às vigentes no ano precedente”, lê-se no diploma publicado em Diário da República.

O concurso organiza-se em três fases, como habitualmente, e as candidaturas têm de ser submetidas ‘online’ no site da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES).

Para acesso ao sistema de candidatura, os estudantes devem efetuar o pedido de atribuição de senha no sítio da Internet da DGES.

O prazo para a apresentação da candidatura é fixado por despacho do diretor-geral do Ensino Superior.

Toda a informação necessária é publicada no site da DGES, nomeadamente o regulamento do concurso nacional, as provas de ingresso, os pré-requisitos, as preferências regionais e habilitacionais, as classificações mínimas, a fórmula da nota de candidatura e as vagas.

A portaria entra em vigor na segunda-feira.

Últimas do País

Um guarda prisional, de cerca de 40 anos, foi agredido por um visitante no interior do Estabelecimento Prisional de Lisboa, depois de lhe ter ordenado que abandonasse as instalações. O suspeito encontrava-se acompanhado por uma criança e terá desobedecido às indicações do funcionário.
Um jovem de 15 anos, com necessidades educativas especiais, continua sem aulas devido à falta de uma resposta escolar adequada. Depois de várias tentativas para resolver a situação, a mãe decidiu apresentar queixa, levando às autoridades policiais um problema que coloca em causa o acesso do filho à educação.
Uma mulher de 30 anos foi encontrada morta, com ferimentos provocados por arma de fogo, no interior de uma viatura estacionada na berma da Estrada Nacional 360, nas Caldas da Rainha. Ao seu lado estava um homem de 25 anos, apontado como seu namorado, que foi encontrado inconsciente.
O Parlamento pediu os contratos contestados pela entidade reguladora da profissão, mas recebeu uma minuta já alterada. A SÁBADO revela que existiam três contratos assinados com as cláusulas consideradas ilegais.
Ricardo Carrilho acusa Luís Neves de o ter afastado para proteger interesses instalados na SIRESP. Em declarações à Renascença, denuncia contratações suspeitas, negócios com escritórios de advogados e contratos com operadores privados que não cumpririam as suas obrigações.
A proteção de vítimas de violência levanta uma nova controvérsia: o acesso à licença parental remunerada a 100% poderá depender da saída da residência. A condição, noticiada pelo Jornal de Notícias, coloca em discussão a relação entre os apoios sociais e a segurança de quem enfrenta situações de violência.
As autoridades já apreenderam mais de 42 toneladas de cocaína desde o início do ano, um volume que evidencia a dimensão das operações de combate ao tráfico de droga. Os números colocam novamente em destaque a atividade das redes internacionais de narcotráfico e a importância da fiscalização das rotas de circulação de estupefacientes.
André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.