Eurostat confirma inflação homóloga na zona euro nos 2,0% em junho

A taxa de inflação anual da zona euro foi, em junho, de 2,0%, confirmou hoje o Eurostat, indicando uma taxa de 2,3% para a União Europeia (UE).

© D.R.

Na área do euro, a inflação de 2,0% – medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) – compara-se com a de 1,9% de maio e a de 2,5% de junho de 2024.

No conjunto dos 27 Estados-membros, o aumento de 2,3% dos preços representa uma ligeira aceleração face aos 2,2% de maio, mas um abrandamento na variação homóloga (2,6% em junho de 2024).

A inflação subjacente, que exclui produtos com preços mais voláteis como alimentos não transformados e energia, foi na zona euro de 2,3%, estável comparando com maio e abaixo dos 2,9% de junho de 2024.

Entre os Estados-membros, a inflação anual abrandou, em junho, em cinco e aumentou nos restantes 22.

De acordo com o serviço estatístico europeu, Chipre (0,5%), França (0,9%) e Irlanda (1,6%) registaram as menores taxas de inflação, por oposição à Roménia (5,8%), Estónia (5,2%), Hungria e Eslováquia (4,6% cada).

Em Portugal, a taxa de inflação anual (medida pelo IHPC) situou-se, em junho, nos 2,1%.

Últimas de Economia

A bolsa de Lisboa fechou hoje em máximos, desde junho de 2008, avançando 1,13%, para 8.991,17 pontos, com a Teixeira Duarte e a Mota-Engil a liderar as subidas, crescendo 8,03% e 5,15%, respetivamente.
O Tribunal de Contas chumbou esta segunda-feira as contas da idD Portugal Defence de 2022 e detetou várias desconformidades em contratos celebrados durante a presidência de Marco Capitão Ferreira, incluindo empréstimos de 1,8 milhões sem autorização do Ministério das Finanças.
Os custos de construção de habitações novas aumentaram 4,0% em 2025 face a 2024, acelerando face ao aumento homólogo de 3,4% registado no ano anterior, ainda mais impulsionados pelo valor da mão-de-obra, estima hoje o INE.
A plataforma para pedir apoio à supervisão de habitações, em funcionamento desde quinta-feira, recebeu 623 candidaturas, num montante global de 4,5 milhões de euros, disse à agência Lusa o responsável pela estrutura de missão.
A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) já recebeu indicações de prejuízos da ordem dos 130 milhões de euros, mas alerta que ainda não é possível “falar em números concretos”.
Todas as cidades das áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, assim como da região do Algarve, tornaram-se "inacessíveis" para uma família de rendimento médio que queira arrendar casa pela primeira vez, conclui um estudo da Century 21.
O dinheiro colocado pelos clientes particulares em depósitos atingiu 144,3 mil milhões de euros em 2025, o valor máximo desde 2003, o início da série, segundo os dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal.
Os bancos emprestaram 23,3 mil milhões de euros em crédito à habitação em 2025, mais 5.900 milhões de euros do que em 2024 e o valor mais elevado desde 2014 (o início da série), segundo o Banco de Portugal.
Cerca de 116 mil clientes da E-Redes continuavam esta terça-feira às 12:00 sem fornecimento de eletricidade em Portugal continental, na sequência dos danos provocados pela depressão Kristin na rede elétrica, informou a empresa.
O presidente da estrutura de missão para responder aos efeitos da depressão Kristin afirmou hoje que a plataforma para pedir apoios para a reconstrução das casas afetadas deverá ficar disponível online entre hoje e quarta-feira.