Pagamentos do PRR ultrapassam 10.000 milhões (com empresas a liderar)

Os pagamentos aos beneficiários do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) ultrapassaram a barreira dos 10.000 milhões de euros na última semana, com as empresas a manterem-se na liderança, segundo o último relatório de monitorização.

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Até quarta-feira, foi pago um total de 10.057 milhões de euros, o que corresponde a 45% da dotação e do valor contratado e a 42% do aprovado.

Em comparação com a semana anterior, os beneficiários do PRR receberam mais 341 milhões de euros.

A liderar continuam as empresas (3.657 milhões de euros), seguidas pelas entidades públicas (2.047 milhões de euros) e pelas autarquias e áreas metropolitanas (1.400 milhões de euros).

Depois surgem as empresas públicas (1.061 milhões de euros), as escolas (605 milhões de euros), as instituições do ensino superior (404 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (337 milhões de euros), as famílias (285 milhões de euros) e, por último, as instituições do sistema científico e tecnológico (260 milhões de euros).

Por sua vez, as aprovações de projetos estão em 23.551 milhões de euros, acima dos 23.126 milhões de euros reportados na semana passada.

Este valor corresponde a 106% da dotação e do valor contratado.

Com os maiores montantes aprovados estão as empresas (7.294 milhões de euros), as entidades públicas (4.868 milhões de euros) e as autarquias e áreas metropolitanas (4.576 milhões de euros).

Destacam-se ainda as empresas públicas (3.095 milhões de euros) e as escolas (1.038 milhões de euros).

Seguem-se as instituições do ensino superior (844 milhões de euros), as instituições da economia solidária e social (823 milhões de euros), as instituições do sistema científico e tecnológico (660 milhões de euros) e as famílias (353 milhões de euros).

A execução do plano continua em 47%.

O PRR recebeu, até quarta-feira, 412.573 candidaturas, sendo que 360.999 foram analisadas.

Já as candidaturas aprovadas estão em 276.372, mais 2.404.

O PRR, que tem um período de execução até 2026, pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.

Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.

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