“Se um criador não indicar se utilizou ou não IA, mas os nossos sistemas detetarem uma utilização significativa de IA realista, passaremos a aplicar automaticamente uma etiqueta”, indicou a empresa.
Perante o advento das ferramentas de inteligência artificial generativa, o YouTube tomou as primeiras medidas em 2024, solicitando aos criadores de conteúdos que declarassem quando utilizavam IA.
Com este novo sistema automatizado, os criadores terão sempre a possibilidade de contestar a rotulagem dos seus vídeos em caso de deteção errada, assegurou o YouTube.
Além disso, a plataforma indicou que esta classificação não influenciaria o seu algoritmo de recomendação.
Outras plataformas e redes sociais enfrentam o aumento massivo de conteúdos gerados por IA, por vezes difíceis de identificar devido aos rápidos progressos desta tecnologia.
No final de abril, a plataforma de ‘streaming’ de áudio Spotify apresentou um novo selo, “Verified by Spotify”, indicando que o artista ou a banda é provavelmente humano e não um avatar de inteligência artificial (IA).