Num comunicado publicado no ‘site’ da Procuradoria-Geral Regional de Évora, o MP indicou que os factos ocorreram entre maio de 2025 e fevereiro deste ano e tiveram como alvos automóveis, residências e estabelecimentos comerciais da cidade.
O arguido, que se encontra em prisão preventiva desde que foi detido, em fevereiro deste ano, fazia “daquelas práticas o seu modo de vida”, uma vez que “não tinha emprego nem quaisquer outros meios de subsistência”, adiantou.
No âmbito deste inquérito, segundo o MP, foi também acusada do crime de tentativa de furto, em coautoria com o arguido, uma mulher, de 27 anos, atualmente sujeita a termo de identidade e residência (TIR).
O Ministério Público revelou ainda ter promovido a declaração de perda a favor do Estado das vantagens patrimoniais ilicitamente adquiridas, calculadas em mais de 5.000 euros.
Agora, decorre o prazo para a eventual abertura de instrução, que, a não ser requerida, determinará a remessa do processo para julgamento, acrescentou.
A investigação foi liderada pela 1.ª secção do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Évora com a coadjuvação da PSP.
Aquando da detenção, a PSP referiu ter apreendido ao suspeito artigos alegadamente furtados, como dinheiro, garrafas de bebida, um cofre e três relógios, além de duas espingardas, um revólver, munições, armas brancas e pequenas quantidades de cocaína e haxixe.