Turmas temporariamente sem atividades letivas (42,5%), afetação de grupos de recrutamento (40%) e sobrecarga horária (38%) — pelo menos um destes efeitos decorrentes da falta de professores foi sentido por 63,7% das escolas que responderam ao questionário da estrutura sindical, apresentado em conferência de imprensa na Escola EB1 e Jardim de Infância de Monte Abraão, do Agrupamento de Escolas Ruy Belo, Queluz, concelho de Sintra.
“Só 36,2% das respostas indicam não ter havido problemas de falta de professores” — este número é um dos destaques de um inquérito aplicado nas duas primeiras semanas de setembro, que recolheu respostas das direções de 29,2% dos agrupamentos de escolas (AE) ou escolas não agrupadas (EnA).