CHEGA quer acabar com privilégios fiscais dos partidos políticos

O CHEGA apresentou um projeto de lei na Assembleia da República para eliminar vários benefícios fiscais atribuídos aos partidos políticos, defendendo que não faz sentido existirem “privilégios” para estruturas partidárias enquanto os contribuintes enfrentam uma carga fiscal cada vez mais elevada.

© Folha Nacional

Na proposta a que o Folha Nacional teve acesso, o partido liderado por André Ventura critica o atual regime fiscal aplicado aos partidos, que prevê isenções em impostos como IMI, imposto do selo, imposto automóvel, taxas de justiça e custas judiciais.

Segundo o CHEGA, estes benefícios criam uma “assimetria injustificável” entre os partidos e os restantes cidadãos portugueses, considerando que todas as entidades devem estar sujeitas às mesmas regras fiscais.

O projeto que já deu entrada no Parlamento defende que não existe fundamento para que um partido político pague menos impostos do que um cidadão comum ou uma empresa quando realiza operações semelhantes, como a compra de imóveis ou veículos.

Na exposição de motivos, os deputados do CHEGA argumentam ainda que cada benefício fiscal concedido aos partidos representa menos receita para o Estado e acaba por aumentar o esforço fiscal exigido aos contribuintes.

O partido sublinha também que Portugal atingiu recentemente níveis recorde de carga fiscal, considerando “inaceitável” manter regimes especiais para estruturas partidárias num contexto de pressão económica sobre famílias e empresas.

A proposta pretende alterar a Lei n.º 19/2003, revogando vários pontos do regime atual de benefícios fiscais aplicados aos partidos políticos.

Últimas de Política Nacional

O CHEGA apresentou um projeto de lei na Assembleia da República para eliminar vários benefícios fiscais atribuídos aos partidos políticos, defendendo que não faz sentido existirem “privilégios” para estruturas partidárias enquanto os contribuintes enfrentam uma carga fiscal cada vez mais elevada.
Uma nova sondagem da Aximage revela que a maioria dos portugueses concorda com a proposta do CHEGA para baixar a idade da reforma. Segundo os dados divulgados, 69% dos inquiridos apoiam a medida defendida por André Ventura.
Luís Montenegro afirmou que a situação económica e financeira de Portugal está melhor do que a da Alemanha, declarações que estão já a gerar críticas e incredulidade nas redes sociais.
O CHEGA apresentou um projeto de lei para reforçar os poderes das Polícias Municipais, permitindo clarificar legalmente a detenção de suspeitos em flagrante delito e a sua entrega imediata à PSP ou à GNR.
Álvaro Santos Pereira será ouvido na Assembleia depois de o CHEGA exigir esclarecimentos sobre compras travadas pelo Banco Central Europeu.
Ilídio Ferreira abandona o Partido Socialista e mantém mandato como independente. O pedido de desfiliação foi remetido a 25 de abril ao secretário-geral do partido.
O presidente do CHEGA, André Ventura, saudou hoje a promulgação, pelo Presidente da República, do decreto que altera a Lei da Nacionalidade e afirmou que esta legislação teve o "consenso possível".
O Governo quer criar um novo organismo para gerir 'situações de crise', num investimento de 33 milhões de euros, mas a proposta já está a levantar dúvidas sérias, incluindo o risco de ser inconstitucional.
Nova lei endurece regras de acesso à nacionalidade portuguesa e reforça exigência de ligação efetiva ao país.
Os preços dos combustíveis voltam a subir esta segunda-feira e aproximam-se de níveis históricos. Medidas do Governo são insuficientes para travar a subida dos preços.