A proposta acabou por ser aprovada com os votos favoráveis de três eleitos do PSD, três do movimento independente PDL e dois do PS. O CHEGA foi o único partido a votar contra.
Segundo o partido, numa altura em que muitas famílias enfrentam dificuldades económicas, os jovens continuam sem acesso facilitado à habitação e persistem problemas graves na saúde e no custo de vida, “é preciso definir prioridades”, sabe o Folha Nacional.
O CHEGA considera que existem associações desportivas, culturais, filarmónicas e coletividades locais que prestam um serviço diário às comunidades e continuam a receber apenas apoios reduzidos, apesar do trabalho desenvolvido junto dos jovens e da preservação das tradições açorianas.
“O dinheiro público deve servir os açorianos e melhorar a sua qualidade de vida, não financiar iniciativas de natureza ideológica ou identitária”, defendeu o partido após a votação.
O CHEGA sublinha ainda que qualquer pessoa é livre de organizar marchas ou eventos desta natureza, mas entende que essas iniciativas não devem ser financiadas pelos contribuintes.