Crescimento da economia da zona euro abranda para 3,5% em 2022

O crescimento da economia da zona euro abrandou, em 2022, para os 3,5% e a da União Europeia (UE) para os 3,6%, segundo uma estimativa hoje divulgada pelo Eurostat.

Em 2021, o Produto Interno Bruto (PIB) da zona euro tinha crescido 5,3% e o da UE 5,4%.

No que respeita ao quarto trimestre de 2022, o serviço estatístico europeu estima um abrandamento no crescimento homólogo do PIB para os 1,9% na zona euro e os 1,8% na UE, após ter avançado 2,3% 3 2,5%, respetivamente, no trimestre anterior.

Na variação em cadeia, o PIB da zona euro aumentou 0,1% e manteve-se estável na UE, valores que se comparam com uma subida de 0,3% em ambas as zonas entre julho e setembro de 2022.

Últimas de Economia

O índice de produção na construção abrandou para 3,0% em novembro, em termos homólogos, menos 0,1 pontos percentuais que em outubro, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os aeroportos portugueses movimentaram 68,9 milhões de passageiros de janeiro a novembro, mais 4,7% do que no mesmo período de 2024, enquanto o tráfego de mercadorias registou uma subida mais moderada, de 0,3%, indicou hoje o INE.
A inflação até baixou em 2025, mas a carteira dos portugueses não sentiu alívio. Carne, rendas, seguros e refeições fora de casa subiram bem acima da média, mantendo o custo de vida sob forte pressão.
A inflação homóloga nos países da OCDE, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), baixou para 3,9% em novembro de 2025, com o retorno dos preços na alimentação.
Os preços globais dos alimentos registaram uma subida média de 4,3% em 2025, anunciou hoje a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).
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O consumo diário de energia elétrica em Portugal voltou a bater recordes esta semana, atingindo na quinta-feira um novo máximo histórico de 192,3 Gigawatt-hora (GWh), segundo dados da REN divulgados hoje.
As exportações de bens caíram 1,7% e as importações recuaram 7,9% em novembro de 2025, em termos homólogos, acumulando um crescimento de 0,6% e 4,3% desde o início do ano, divulgou hoje o INE.
Os custos de construção de habitação nova aumentaram 4,5% em novembro face ao mesmo mês de 2024, com a mão-de-obra a subir 8,7% e os materiais 1,0%, segundo estimativa hoje divulgada pelo INE.
A criação de novas empresas atingiu um máximo histórico em 2025, ano em que foram constituídas de 53.030 empresas, mais 3,1% que em 2024, de acordo com o Barómetro da Informa D&B divulgado hoje.