Crescimento da economia da zona euro abranda para 3,5% em 2022

O crescimento da economia da zona euro abrandou, em 2022, para os 3,5% e a da União Europeia (UE) para os 3,6%, segundo uma estimativa hoje divulgada pelo Eurostat.

Em 2021, o Produto Interno Bruto (PIB) da zona euro tinha crescido 5,3% e o da UE 5,4%.

No que respeita ao quarto trimestre de 2022, o serviço estatístico europeu estima um abrandamento no crescimento homólogo do PIB para os 1,9% na zona euro e os 1,8% na UE, após ter avançado 2,3% 3 2,5%, respetivamente, no trimestre anterior.

Na variação em cadeia, o PIB da zona euro aumentou 0,1% e manteve-se estável na UE, valores que se comparam com uma subida de 0,3% em ambas as zonas entre julho e setembro de 2022.

Últimas de Economia

Os juros da dívida portuguesa subiam hoje a dois, a cinco e a 10 anos face a quinta-feira, alinhados com os de Espanha, Grécia, Irlanda e Itália.
Os preços das casas subiram 18,9% em Portugal no quarto trimestre de 2025 em comparação com o período homólogo do ano anterior, sendo esta a segunda maior subida entre os países da União Europeia, anunciou hoje o Eurostat.
O CHEGA quer baixar o preço dos combustíveis e reduzir o IVA da gasolina e do gasóleo para a taxa intermédia, atualmente nos 13%.
O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 254,99 euros, mais 0,60 euros relativamente à semana anterior, foi hoje anunciado.
O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação vai acelerar para 3,1% no segundo trimestre de 2026 devido ao aumento dos preços da energia causado pela guerra no Médio Oriente.
A atividade económica em Portugal registou uma quebra na última semana de março, de acordo com o indicador diário divulgado hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
As taxas Euribor desceram a seis e 12 meses e subiram a três meses hoje, face a quarta-feira.
Os concursos de empreitadas de obras públicas promovidos até fevereiro diminuíram 35% em número e 49% em valor face ao mesmo mês de 2025, respetivamente para 467 e 861 milhões de euros.
O consumo de eletricidade atingiu, entre janeiro e março, o valor mais elevado de sempre para um primeiro trimestre em Portugal, registando um máximo de 14,6 Terawatt-hora (TWh), segundo informou a REN - Redes Energéticas Nacionais em comunicado.
Os consumidores em Portugal contrataram em fevereiro 769,4 milhões de euros em crédito ao consumo, numa subida homóloga acumulada de 10,8%, enquanto o número de novos contratos recuou para 134.697, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).