Não podemos dar aos refugiados mais do que damos aos pensionistas portugueses, diz Ventura

O Presidente do CHEGA visitou no último sábado a zona do Bairro Alto, em Lisboa, para ver de perto alguns dos problemas de habitação da capital e para falar aos jornalistas sobre o mesmo assunto. O tema da imigração e do ataque ao centro ismaili, em Lisboa, voltou, no entanto, a provocar alguns comentários a André Ventura. 

‘Ainda não sabemos exatamente os contornos do crime, fala-se em crime isolado, passional, e ao mesmo tempo, segundo alguma imprensa, as autoridades desconfiam de ligações ao Estado Islâmico e o Ministério Público não descarta a hipótese de terrorismo. Está tudo em aberto, mas devemos ser proativos em matéria de segurança e imigração’, referiu Ventura. 

O Presidente do CHEGA não quer ficar apenas pelo debate sobre imigração e de acolhimento aos refugiados, que tem de ser digno e apropriado, mas deve ao mesmo tempo ser seguro e devidamente integrado na realidade portuguesa. ‘É muito importante receber bem e de forma segura os imigrantes e os refugiados que chegam a Portugal, mas temos de ser prudentes e racionais: não faz sentido que haja mais apoios para refugiados ou para imigrantes do que para os pensionistas portugueses que, como todos sabem, recebem pensões de miséria com as quais é impossível subsistir hoje em dia’, concluiu. 

‘Estamos a fazer precisamente o contrário: deixar entrar praticamente toda a gente, com pouco ou nenhum controlo, e sem os integrar devidamente, o que acaba por ser o pior dos cenários, para quem entra e para quem já cá vivia’, rematou o Presidente do CHEGA. 

Últimas de Política Nacional

O CHEGA apresentou um projeto de lei na Assembleia da República para eliminar vários benefícios fiscais atribuídos aos partidos políticos, defendendo que não faz sentido existirem “privilégios” para estruturas partidárias enquanto os contribuintes enfrentam uma carga fiscal cada vez mais elevada.
Uma nova sondagem da Aximage revela que a maioria dos portugueses concorda com a proposta do CHEGA para baixar a idade da reforma. Segundo os dados divulgados, 69% dos inquiridos apoiam a medida defendida por André Ventura.
Luís Montenegro afirmou que a situação económica e financeira de Portugal está melhor do que a da Alemanha, declarações que estão já a gerar críticas e incredulidade nas redes sociais.
O CHEGA apresentou um projeto de lei para reforçar os poderes das Polícias Municipais, permitindo clarificar legalmente a detenção de suspeitos em flagrante delito e a sua entrega imediata à PSP ou à GNR.
Álvaro Santos Pereira será ouvido na Assembleia depois de o CHEGA exigir esclarecimentos sobre compras travadas pelo Banco Central Europeu.
Ilídio Ferreira abandona o Partido Socialista e mantém mandato como independente. O pedido de desfiliação foi remetido a 25 de abril ao secretário-geral do partido.
O presidente do CHEGA, André Ventura, saudou hoje a promulgação, pelo Presidente da República, do decreto que altera a Lei da Nacionalidade e afirmou que esta legislação teve o "consenso possível".
O Governo quer criar um novo organismo para gerir 'situações de crise', num investimento de 33 milhões de euros, mas a proposta já está a levantar dúvidas sérias, incluindo o risco de ser inconstitucional.
Nova lei endurece regras de acesso à nacionalidade portuguesa e reforça exigência de ligação efetiva ao país.
Os preços dos combustíveis voltam a subir esta segunda-feira e aproximam-se de níveis históricos. Medidas do Governo são insuficientes para travar a subida dos preços.