Linhas Amarela e Verde do Metro de Lisboa com interrupções temporárias até julho

© D.R.

No âmbito do plano de expansão da rede, a partir de 16 de abril a circulação nas linhas Amarela e Verde do Metro de Lisboa vai sofrer interrupções temporárias. Esta será normalizada a 8 de julho.

A circulação das linhas Amarela e Verde do Metropolitano de Lisboa (ML) vai sofrer interrupções temporárias nos próximos três meses para integração dos dois novos viadutos construídos no Campo Grande com os já existentes, informou esta quarta-feira a empresa.

Em comunicado, a transportadora explica que as interrupções temporárias decorrem no âmbito do plano de expansão da rede do metro para o prolongamento das linhas Amarela e Verde Rato/Cais do Sodré.

Em causa estão trabalhos relacionados com a integração dos viadutos em construção, que vão provocar alguns constrangimentos na circulação dos comboios em parte dessas duas linhas.

“A concretização destes trabalhos, pela sua natureza e complexidade, não é compatível com a circulação, em segurança, dos comboios e o funcionamento do serviço de transporte, obrigando à realização de um conjunto de interrupções de circulação temporárias e em partes das linhas Amarela e Verde”, é referido na nota.

Na Linha Verde, o troço entre as estações de Telheiras e Alvalade vai estar encerrado entre os dias 16 e 26 de abril. A circulação será feita entre Alvalade e Cais do Sodré (e sentido oposto).

Em 29 e 30 de abril, na Linha Amarela, vai estar encerrado o troço entre a Cidade Universitária e o Rato, sendo a circulação feita entre Odivelas e Campo Grande (e sentido oposto).

De 2 de maio a 7 de julho vão estar encerrados a estação de Telheiras, na Linha Verde, e o troço entre o Campo Grande e a Cidade Universitária, na Linha Amarela.

Na Linha Verde, entre 2 de maio e 7 de julho, a circulação vai realizar-se entre o Campo Grande e o Cais do Sodré com comboios de três carruagens (numa fase inicial).

Na Linha Amarela, naquele período, a circulação será no troço Campo Grande-Odivelas com comboios de três carruagens e no troço Cidade Universitária-Rato com comboios de seis carruagens.

A empresa adianta que, após a conclusão das intervenções, será retomada a normal circulação nas linhas Amarela e Verde no dia 8 de julho.

“Para mitigar os impactos causados durante estes períodos, o Metropolitano de Lisboa aumentará a oferta de comboios na Linha Verde, reduzindo assim o tempo de espera nesta linha, articulando com outros operadores de transporte o reforço das suas carreiras”, esclarece a empresa.

Prevista inaugurar em 2024, a Linha Circular, que vai ligar a estação do Rato ao Cais do Sodré, numa extensão de mais dois quilómetros de rede, irá criar um novo anel circular no centro de Lisboa, e interfaces que conjugam e integram vários modos de transporte.

O Metropolitano de Lisboa opera diariamente com quatro linhas: Amarela (Rato-Odivelas), Verde (Telheiras-Cais do Sodré), Azul (Reboleira-Santa Apolónia) e Vermelha (Aeroporto-São Sebastião). Normalmente, o metro funciona entre as 6h30 e as 1h00.

Últimas do País

O presidente do CHEGA, André Ventura, considerou esta quarta-feira que existem motivos suficientes para a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito aos mandatos do ministro da Administração Interna, Luís Neves, à frente da Polícia Judiciária.
A Polícia Judiciária (PJ) encontrou indícios dos crimes de descaminho e abuso de poder na deslocação do reboque apreendido num processo de tráfico de droga que foi encontrado atracado a um camião da empresa Construbarcelos, que fez obras numa propriedade do ministro da Administração Interna. O procurador-geral da República já mandou abrir um inquérito.
O professor de 33 anos detido por suspeita de abuso sexual de crianças numa escola na Madeira ficou em prisão preventiva, depois ter sido presente hoje a primeiro interrogatório judicial.
Um casal brasileiro e um alegado cúmplice são suspeitos de terem viajado para Portugal para assaltar e matar um empreiteiro de 60 anos. Após o crime, permaneceram vários dias no país e fizeram turismo antes de serem detidos pela Polícia Judiciária no Aeroporto de Lisboa.
Cerca de 50 concelhos de oito distritos de Portugal continental encontram-se esta quarta-feira em perigo máximo de incêndio rural, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que alerta para a manutenção do risco elevado pelo menos até ao próximo fim de semana.
A PSP entregou no primeiro semestre deste ano cerca de 70 mil pulseiras no âmbito do programa 'Estou Aqui!', que ajuda a sinalizar crianças desaparecidas, e encontrou duas crianças perdidas momentaneamente das famílias, anunciou hoje a força policial.
Entre 2019 e 2025, a Polícia Judiciária adjudicou mais de 2,2 milhões de euros à Construbarcelos. Apenas três dos 17 contratos tiveram concorrência e algumas empreitadas acabaram por custar mais 345 mil euros do que o previsto.
Enquanto milhares de alunos enfrentavam atrasos e erros na divulgação das notas, o Ministério da Educação adjudicava um contrato de 701 mil euros à Deloitte Technology.
A crescente retenção de ambulâncias dos bombeiros nas urgências dos hospitais do Algarve está a comprometer de forma grave a capacidade de resposta da Emergência Pré-Hospitalar na região, sobretudo no verão, alertaram entidades regionais.
O partido solicitou à Câmara Municipal esclarecimentos sobre quantos processos judiciais estão abrangidos pelo contrato de aquisição de serviços de patrocínio forense na área da habitação pública, procurando apurar se esses processos dizem respeito a rendas em atraso, ocupações ilegais, despejos ou outros litígios relacionados com as casas municipais.