Polícias realizam concentração contra ausência de resposta do Governo aos problemas

© Folha Nacional

Elementos da PSP vão concentrar-se hoje junto à Presidência do Conselho de Ministros, em Lisboa, para demonstrar o desagrado pela ausência de resposta do Governo aos principais problemas dos polícias.

A concentração é convocada pelo Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP/PSP), tendo já quatro outros sindicatos anunciado que também vão marcar presença no protesto que assinala os 34 anos da carga policial sobre elementos da PSP, conhecida por “secos e molhados”.

O presidente do SPP, Paulo Macedo, disse à Lusa que a concentração se realiza na Presidência do Conselho de Ministros pelo “simbolismo que representa” este local num Governo de maioria e os polícias pretendem “chamar a atenção para os assuntos que estão por resolver”.

“Queremos demonstrar o desagrado pela ausência de respostas aos problemas vividos pelos polícias e que ano após ano se vão agravando sem uma resposta eficaz do Governo”, afirmou Paulo Macedo, adiantando que vão também entregar um manifesto na Presidência de Conselho de Ministros.

Segundo o SPP, os polícias exigem “direito à greve, pré-aposentação de acordo com estatuto, suplemento de risco digno, ordenado base condizente com responsabilidade, aumento de vagas para agentes coordenadores e chefes principais e acabar com o sentimento de impunidade em relação às agressões a polícias”.

Além do SPP, vão marcar presença na concentração, que se realiza a partir das 11:00, o Sindicato Nacional de Polícia, a Associação Sindical Autónomo de Polícia, Sindicato Independente dos Agentes de Polícia e a Associação Representativa dos Polícias.

Últimas do País

Um homem de 53 anos foi detido por suspeitas de ter ateado pelo menos cinco dos 15 incêndios florestais registados desde 25 de julho em Moura Morta, no concelho de Peso da Régua. Os fogos terão sido provocados de forma semelhante, com chama direta sobre vegetação seca, em zonas próximas de casas, terrenos agrícolas e áreas florestais.
Presidente do CHEGA diz que as circunstâncias do incêndio que destruiu a sede distrital “não foram normais” e confirma a apresentação de uma queixa-crime.
O diploma que proíbe a ocultação do rosto em espaços públicos, frequentemente designado como ‘lei das burcas’, já foi publicado em Diário da República e entra em vigor no próximo dia 23 de setembro.
Oito homens ficaram feridos numa sucessão de episódios violentos entre Loures, Lisboa e Amadora. Três vítimas de esfaqueamento ficaram em estado grave e outro homem foi baleado durante uma festa. PSP investiga as ocorrências e procura identificar os responsáveis.
A menos de um mês do arranque do ano letivo, há mais quartos disponíveis para os estudantes deslocados, mas o aumento da oferta face ao ano passado não se traduziu numa redução do preço das rendas.
Auditoria colocou mais de 12 milhões de euros em pagamentos da RTP sob escrutínio. Marisa Garrido recebeu suplementos quando dirigia os Recursos Humanos da estação pública e o CHEGA quer respostas: “Quem decidiu? Quem recebeu? Quem fiscalizou?”
Um total de 13 distritos de Portugal continental estarão hoje sob aviso amarelo por risco de aguaceiros por vezes fortes e trovoada, disse o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Os técnicos do INEM querem que o instituto desista de transformar as ambulâncias de Suporte Imediato de Vida em veículos ligeiros, que retira capacidade de transporte de doentes, e alargue a rede de ambulâncias de emergência até final de 2027.
Partido liderado por André Ventura defende que a gratuitidade dos manuais escolares seja alargada aos alunos do ensino privado.
O Ministério Público acusou quatro homens, entre os 30 e os 46 anos, por tráfico de droga, detenção ilegal de arma proibida, recetação e falsificação ou contrafação de documento, no concelho de Portalegre, foi hoje anunciado.