Bolsa de Lisboa em alta com EDP Renováveis a subir 1,25%

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A bolsa de Lisboa estava hoje em alta, a inverter a tendência da abertura, com as ações da EDP Renováveis a subirem 1,25% para 18,25 euros.

Cerca das 09h30 em Lisboa, o PSI avançava 0,33% para 6.006,36 pontos, com a cotação de sete ‘papéis’ a subir, de cinco a descer e quatro a manter-se (Corticeira Amorim em 10,14 euros, Ibersol em 6,86 euro, Mota-Engil em 2,31 euros e REN em 2,47 euros).

Às ações da EDP Renováveis seguiam-se as da Galp, Greenvolt e BCP, que subiam 1,07% para 10,84 euros, 0,57% para 6,14 euros e 0,56% para 0,23 euros.

As ações da Navigator, EDP e Semapa também avançavam, designadamente 0,26% para 3,13 euros, 0,23% para 4,35 euros e 0,16% para 12,92 euros.

Em sentido contrário, as ações da Jerónimo Martins, Sonae e CTT desvalorizavam-se 0,54% para 25,62 euros, 0,43% para 0,93 euros e 0,28% para 3,60 euros.

As ações da Altri e da NOS eram as outras duas que caíam, nomeadamente 0,19% para 4,20 euros e 0,18% para 3,38 euros.

Na Europa, as principais bolsas europeias estavam hoje a negociar mistas, depois de se saber que a economia chinesa está a crescer mais lentamente do que o previsto.

As bolsas estavam hesitantes na sessão de hoje, depois de Wall Street ter fechado mista, e os futuros dos seus principais índices apontam para um início de semana em baixa.

Enquanto se aguarda a abertura de Wall Street, as bolsas europeias estão condicionadas, esta segunda-feira, pelas quedas registadas pela maioria das praças asiáticas (Tóquio esteve encerrada por motivo de feriado), depois de ter sido anunciado que o Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 0,8% no segundo trimestre, o que constitui um claro abrandamento em relação ao acréscimo de 2,2% registado entre janeiro e março.

Os especialistas da Link Securities, citados pela Efe, explicam que as bolsas europeias optaram hoje por uma abertura em baixa, a reagir aos “números macroeconómicos pouco encorajadores publicados esta manhã na China”, com mais investidores de curto prazo, à espera dos resultados trimestrais e “aproveitando as fortes recuperações recentes de muitas ações e dos índices para realizar alguns lucros”.

Neste contexto, a agenda de hoje, tanto macroeconómica como empresarial, é muito ligeira, com o único destaque a ser a divulgação nos EUA do Índice Empire State da indústria transformadora em Nova Iorque.

Também em Itália, será divulgado o IPC de junho e na Alemanha, o Bundesbank publica o seu boletim mensal relativo ao mesmo mês.

Na semana passada foi anunciado que a taxa de inflação dos EUA caiu para níveis pré-pandemia em junho e mais do que o esperado pelos mercados, ao situar-se em 3% em junho.

Na sexta-feira, Wall Street fechou mista, com o Dow Jones a subir 0,33% para 34.509,03 pontos, contra o máximo desde que foi criado em 1896, de 36.799,65 pontos, registado em 04 de janeiro de 2022.

O Nasdaq terminou a descer 0,18% para 14.113,70 pontos, contra o atual máximo, de 16.057,44 pontos, verificado em 16 de novembro de 2021.

A nível cambial, o euro abriu a subir no mercado de câmbios de Frankfurt, a cotar-se a 1,1239 dólares, um máximo desde março de 2022, contra 1,1228 dólares na sexta-feira.

O barril de petróleo Brent para entrega em setembro abriu a descer no Intercontinental Exchange Futures (ICE) de Londres, a cotar-se a 78,96 dólares, contra 79,87 dólares na sexta-feira e 71,82 em 12 de junho, um mínimo desde janeiro de 2022.

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