Venda de livros cai 1,6% no 2.º trimestre face a 2022 e cresce 3,3% em valor

© D.R.

A venda de livros em Portugal caiu 1,6% no segundo trimestre deste ano, face ao período homólogo de 2022, mas ainda assim houve um aumento de 3,3% no valor encaixado, para um total de 38,6 milhões de euros.

De acordo com dados disponibilizados pela GfK, entidade independente que faz auditoria e contagem das vendas de livros ao longo do ano, no segundo trimestre de 2022 foram vendidos 2.780.308 livros, ao passo que entre abril e junho deste ano as unidades vendidas ter-se-ão situado nos 2.735.823.

Em termos de valor arrecadado, contudo, verificou-se um aumento dos 37,4 milhões de euros registados no segundo trimestre de 2022 para 38,6 milhões de euros no mesmo período de 2023.

Ainda segundo a consultora, os dados relativos ao semestre demonstram um aumento de 3,1% no número de livros vendidos face ao período homólogo de 2022 (em que se venderam 5.370.118 livros), bem como uma subida de 7,2% no valor arrecadado, em comparação com os primeiros seis meses de 2022 (em que o encaixe foi de 72,3 milhões de euros).

Isto significa que, entre janeiro e junho deste ano, o mercado livreiro português atingiu um valor global de mais de 77,5 milhões de euros, com a venda de mais de 5,5 milhões de livros.

Últimas de Economia

As empresas comunicaram 375 despedimentos coletivos até julho, o que representa um aumento de cerca de 13% face ao período homólogo, segundo os dados divulgados hoje pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT).
O consumo de energia elétrica em Portugal aumentou 3,1% entre janeiro e agosto, com a produção solar a atingir, no mês passado, um novo máximo de potência, segundo dados divulgados pela REN.
Os juros da dívida pública a 20 anos subiram para 4,26%, o valor mais elevado desde 2017, numa altura em que a escalada da inflação e os receios de novas subidas das taxas de juro estão a castigar as obrigações soberanas.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) alertou hoje para o crescimento de situações de fraude e burla associadas a supostos investimentos no mercado de capitais, através de contactos não solicitados e campanhas de publicidade enganosa 'online'.
A taxa de inflação anual na zona euro acelerou 1,3 pontos percentuais em agosto, face ao mesmo mês de 2025, para 3,3%, sobretudo devido aos preços da energia, com Portugal a registar 3,6%, acima da média.
Os pagamentos em atraso das entidades públicas totalizaram 706,1 milhões de euros até julho, um aumento de 140,7 milhões de euros face ao mês anterior, de acordo com a síntese da execução orçamental hoje revelada.
A inflação na Alemanha acelerou para 2,9% em agosto, impulsionada pelo aumento dos preços da energia, reforçando as expectativas de uma subida das taxas de juro pelo Banco Central Europeu (BCE) em setembro.
A estimativa rápida da inflação aponta para uma atualização das rendas até 2,56% no próximo ano, acima dos 2,24% aplicáveis em 2026. Quem paga atualmente 1.000 euros por mês poderá desembolsar mais 25,60 euros.
Taxa acelera novamente em agosto e fica três décimas acima do valor registado em julho, segundo a primeira estimativa do Instituto Nacional de Estatística.
A prestação da casa vai subir em setembro para créditos com taxa Euribor a três, seis e 12 meses que sejam revistos nesse mês, segundo as simulações da DECO PROteste.