Venda de livros cai 1,6% no 2.º trimestre face a 2022 e cresce 3,3% em valor

© D.R.

A venda de livros em Portugal caiu 1,6% no segundo trimestre deste ano, face ao período homólogo de 2022, mas ainda assim houve um aumento de 3,3% no valor encaixado, para um total de 38,6 milhões de euros.

De acordo com dados disponibilizados pela GfK, entidade independente que faz auditoria e contagem das vendas de livros ao longo do ano, no segundo trimestre de 2022 foram vendidos 2.780.308 livros, ao passo que entre abril e junho deste ano as unidades vendidas ter-se-ão situado nos 2.735.823.

Em termos de valor arrecadado, contudo, verificou-se um aumento dos 37,4 milhões de euros registados no segundo trimestre de 2022 para 38,6 milhões de euros no mesmo período de 2023.

Ainda segundo a consultora, os dados relativos ao semestre demonstram um aumento de 3,1% no número de livros vendidos face ao período homólogo de 2022 (em que se venderam 5.370.118 livros), bem como uma subida de 7,2% no valor arrecadado, em comparação com os primeiros seis meses de 2022 (em que o encaixe foi de 72,3 milhões de euros).

Isto significa que, entre janeiro e junho deste ano, o mercado livreiro português atingiu um valor global de mais de 77,5 milhões de euros, com a venda de mais de 5,5 milhões de livros.

Últimas de Economia

O líder do CHEGA/Madeira, Hugo Nunes, afirmou que o partido votará contra o Orçamento Regional 2027 se não for incluído o diferencial de 30% no IVA, que visa reduzir o custo de vida dos madeirenses.
Comprar casa em Portugal nunca exigiu tanto esforço financeiro às famílias. O país atingiu, em 2025, o pior índice de acessibilidade à habitação desde 1995, liderando pela negativa uma lista de 33 países analisados pela OCDE. Na última década, os preços das casas mais do que duplicaram, enquanto os rendimentos cresceram apenas 33%.
O preço dos combustíveis para transporte individual na União Europeia teve um aumento homólogo de 31,4%, em setembro, segundo dados do serviço estatístico europeu, Eurostat.
O preço mediano dos 37.854 alojamentos familiares transacionados em Portugal aumentou 18,4% no segundo trimestre face ao período homólogo, para 2.445 euros por metro quadrado, divulgou o Instituto Nacional de Estatística.
Produzir em Portugal custa mais caro logo à partida. Os agricultores nacionais enfrentam um encargo adicional de quase 120 milhões de euros em combustível face aos concorrentes espanhóis, mesmo depois dos apoios públicos.
Ter filhos tornou-se um projeto cada vez mais difícil para os portugueses. O preço das casas e a instabilidade económica estão a adiar a formação de famílias, enquanto a natalidade continua abaixo do necessário para assegurar a renovação das gerações.
Mais de metade do valor que as famílias portuguesas pagam mensalmente pelo crédito à habitação destina-se a juros. A prestação média atingiu os 423 euros em setembro, dos quais cerca de 213 euros não servem para reduzir a dívida.
O Estado deverá gastar cerca de 10,2 milhões de euros em 2026 com pensões vitalícias atribuídas a antigos titulares de cargos políticos e ex-juízes do Tribunal Constitucional. A Caixa Geral de Aposentações contabiliza 281 beneficiários, dos quais 228 recebem mensalmente a prestação.
André Ventura acusou o Livre de incoerência política durante o debate de urgência sobre a habitação, esta quarta-feira, no Parlamento. O presidente do CHEGA criticou o voto contra a redução do IVA na construção, abordou os acampamentos de protesto e responsabilizou as políticas de imigração pelo agravamento da crise habitacional.
As reclamações dos consumidores de energia aumentaram 47% no terceiro trimestre deste ano, face ao período homólogo de 2025, apesar de terem diminuído 12% em relação aos três meses anteriores, segundo dados divulgados pela ERSE.