Venda de livros cai 1,6% no 2.º trimestre face a 2022 e cresce 3,3% em valor

© D.R.

A venda de livros em Portugal caiu 1,6% no segundo trimestre deste ano, face ao período homólogo de 2022, mas ainda assim houve um aumento de 3,3% no valor encaixado, para um total de 38,6 milhões de euros.

De acordo com dados disponibilizados pela GfK, entidade independente que faz auditoria e contagem das vendas de livros ao longo do ano, no segundo trimestre de 2022 foram vendidos 2.780.308 livros, ao passo que entre abril e junho deste ano as unidades vendidas ter-se-ão situado nos 2.735.823.

Em termos de valor arrecadado, contudo, verificou-se um aumento dos 37,4 milhões de euros registados no segundo trimestre de 2022 para 38,6 milhões de euros no mesmo período de 2023.

Ainda segundo a consultora, os dados relativos ao semestre demonstram um aumento de 3,1% no número de livros vendidos face ao período homólogo de 2022 (em que se venderam 5.370.118 livros), bem como uma subida de 7,2% no valor arrecadado, em comparação com os primeiros seis meses de 2022 (em que o encaixe foi de 72,3 milhões de euros).

Isto significa que, entre janeiro e junho deste ano, o mercado livreiro português atingiu um valor global de mais de 77,5 milhões de euros, com a venda de mais de 5,5 milhões de livros.

Últimas de Economia

Mais de metade dos portugueses (53%) recorreu a dinheiro emprestado ou a cartões de crédito nos últimos seis meses para pagar as suas contas, com uma percentagem que sobe para 79% entre os rendimentos abaixo da média, segundo um estudo da Intrum.
André Ventura anunciou que o CHEGA vai apresentar um pacote de emergência para combater a crise da habitação, que inclui a isenção temporária do pagamento do IMI, benefícios fiscais e apoios às rendas. O líder do partido defendeu medidas urgentes para reduzir os encargos das famílias portuguesas.
As alterações às tabelas de retenção na fonte previstas para novembro poderão aumentar o salário líquido de muitos trabalhadores, mas há uma consequência menos favorável: o reembolso de IRS poderá diminuir no próximo ano.
Os 60 membros do Governo que está a alterar as leis do arrendamento declaram 436 imóveis, avaliados em quase 23 milhões de euros. Marisa Garrido, secretária de Estado da Administração Pública e que recebeu 12 milhões de euros em suplementos quando dirigia os Recursos Humanos da RTP, lidera a lista com 62 propriedades. Luís Montenegro surge logo a seguir, com 55 imóveis declarados.
Quase cinco mil milhões de euros continuam por recuperar. Montante cobriria o orçamento anual do Ensino Superior, Ciência e Inovação e grande parte das despesas do Ministério da Economia.
Venda de ouro confiscado pelas autoridades faz disparar receitas públicas, com valores quatro vezes superiores aos registados dois anos antes.
Aumento salarial promete mais dinheiro ao fim do mês, mas a subida dos preços deverá reduzir para metade a melhoria real do poder de compra.
Sondagem da Pitagórica para a TVI/CNN indica que mais de 80% dos portugueses concordam com a redução dos impostos sobre os combustíveis, medida defendida pelo CHEGA e rejeitada por PS e PSD no Parlamento.
BPN e Banif desapareceram há anos, mas continuam a pesar nas contas públicas. O Governo prevê gastar 334 milhões de euros em 2027, enquanto permanecem por recuperar mais de 8,6 mil milhões de euros em apoios do Estado.
O preço por litro de gasóleo deverá subir 4,5 cêntimos, segundo estimativas do Automóvel Club de Portugal (ACP).