Mau tempo provoca 56 ocorrências na ilha açoriana de São Miguel

© D.R.

Cinquenta e seis ocorrências, como inundações, foram registadas entre a noite de domingo e hoje nos concelhos de Ponta Delgada e Ribeira Grande, na ilha de São Miguel, na sequência de chuvas fortes, anunciou hoje a Proteção Civil.

De acordo com o comunicado enviado à comunicação social pelo Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA), foram registadas 45 ocorrências nas freguesias das Capelas, Fenais da Luz, Ginetes, Mosteiros, Remédios, Santo António, São Vicente Ferreira e Sete Cidades, no município de Ponta Delgada, a par de 11 no concelho da Ribeira Grande.

“As situações reportadas estão relacionadas com inundações em habitações, inundações de vias, obstrução de vias com detritos, transbordo de ribeiras e danos em viaturas. Na freguesia dos Ginetes, uma família foi realojada em casa de familiares, na sequência da sua habitação ter ficado danificada”, informa o SRPCBA.

Segundo a mesma fonte, “não há danos pessoais a registar, até ao momento”, sendo que nos diferentes locais têm estado os bombeiros, a Direção Regional das Obras Públicas, o Serviço Municipal de Proteção Civil de Ponta Delgada e a Polícia de Segurança Pública, sob a coordenação do SRPCBA.

O agravamento do estado do tempo ocorreu devido à passagem de uma ondulação frontal pelo arquipélago dos Açores.

A previsão de chuva por vezes forte, podendo ser acompanhada de trovoada, motivou a emissão, pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera, de um aviso amarelo (o menos grave de uma escala de três) para o grupo Oriental (a que pertence a ilha de São Miguel) durante a noite passada.

Últimas do País

O presidente do CHEGA acusa grupos de extrema-esquerda de se infiltrarem nas manifestações pela habitação para provocar confrontos com a polícia. Ventura defende a atuação das forças de segurança e exige medidas urgentes no Orçamento do Estado, rejeitando reuniões políticas sem soluções concretas.
O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) alertou que mais de 60 ambulâncias do INEM estão em oficinas sem ordem de reparação, suspeitando que o instituto pretende substituí-las por viaturas ligeiras.
Portugal registou 2.767 acidentes rodoviários e 13 vítimas mortais entre 13 e 19 de outubro, mais oito mortes do que no mesmo período de 2025. Durante a campanha 'Viaje sem Pressa', a GNR e a PSP fiscalizaram mais de 5,4 milhões de veículos e detetaram 12.994 infrações por excesso de velocidade.
O Ministério Público (MP) acusou 11 pessoas e 15 sociedades dos crimes de associação criminosa, fraude fiscal, burla tributária e branqueamento, através da venda de veículos, componentes automóveis e deduções indevidas de IVA, segundo publicação hoje consultada pela Lusa.
O património imobiliário do PCP está avaliado em cerca de 14,5 milhões de euros, segundo dados divulgados, que identificam mais de 300 prédios associados ao partido. Entre compras, vendas e permutas, destaca-se um negócio em Aveiro que envolve um imóvel adquirido por 350 mil euros e uma permuta por cinco frações avaliadas em 800 mil euros, operação que foi alvo de investigação do Ministério Público.
A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) apoiou 100 vítimas de 'bullying' em 2025, a maioria raparigas entre os 11 e os 14 anos, segundo dados divulgados hoje, Dia Mundial do Combate ao Bullying.
Um casal suspeito de burlar idosos em Silves através da simulação de acidentes de viação, exigindo dinheiro para reparar danos nos veículos, foi detido na segunda-feira pela GNR. Os suspeitos, ambos com 45 anos, convenciam as vítimas de que tinham provocado estragos nas viaturas e pressionavam-nas a pagar de imediato, evitando a comunicação do caso às autoridades ou às seguradoras.
As autoridades policiais apreenderam desde 01 de janeiro deste ano 42 toneladas de cocaína, mais 17 do que em todo o ano de 2025, revelou hoje o diretor nacional da Polícia Judiciária (PJ).
A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve hoje 55 manifestantes que resistiram quando a força de segurança retirou as tendas da Acampada de Lisboa que se encontrava na Praça D. Pedro IV (Rossio).
Um esquema de tráfico internacional que utilizava filtros de água para esconder cocaína proveniente de um cartel colombiano terminou com condenações em tribunal. Segundo avança o Jornal de Notícias, os equipamentos eram utilizados para dissimular a droga e facilitar a sua importação.