MAI avaliará imóveis da PSP e GNR para converter em alojamento estudantil

O ministro da Administração Interna afirmou hoje que vai reavaliar imóveis pertencentes à PSP e à GNR, que poderão gerar soluções de alojamento para estudantes filhos de elementos das forças de segurança.

©D.R.

O ministro da Administração Interna afirmou hoje que vai reavaliar imóveis pertencentes à PSP e à GNR, que poderão gerar soluções de alojamento para estudantes filhos de elementos das forças de segurança.

“Está previsto reavaliar o património existente [da PSP e da GNR] que hoje não tem procura, para efeitos de conversão para alojamento para estudantes filhos de militares da Guarda ou de agentes da PSP”, disse José Luís Carneiro a jornalistas após visitar alojamentos para filhos das forças de segurança que estão a estudar na cidade de Coimbra.

Para além da reconversão, o ministro avançou também como possibilidade a alienação de imóveis que não tenham procura, “com o resultado dessa alienação ser utilizado para reinvestir em recuperação de outro edificado, em outras regiões do país, ou em construção nova, em função das necessidades diagnosticadas pelos serviços sociais”.

Segundo o ministro da Administração Interna, há “antigos edifícios que foram utilizados para alojamento para polícias e que hoje já não têm procura de polícias” e que poderão ser “transformados em alojamentos para estudantes ou até, eventualmente alienados”.

Essa alienação poderia permitir um reinvestimento em zonas do país onde há uma maior pressão imobiliária, nomeadamente nas áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa.

“Muito particularmente em Lisboa, os custos de alojamento têm tido aumentos exponenciais e torna-se uma dificuldade poder exercer a atividade profissional nos grandes centros urbanos”, vincou.

José Luís Carneiro reafirmou a intenção de assegurar mais 1.500 alojamentos para militares da GNR, agentes da PSP e seus familiares até 2026, com um investimento global de 60 milhões de euros, dos quais 40 milhões de euros com origem no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Dos 40 milhões de euros associados ao PRR, oito milhões de euros estão contratualizados (dos quais cerca de três milhões de euros em execução), referiu.

Todo o investimento realizado é feito com o objetivo de melhorar as “condições de atratividade das forças e serviços de segurança”, realçou.

José Luís Carneiro visitou hoje, em Coimbra, alojamentos destinados aos filhos e filhas de militares da GNR e agentes da PSP que ingressam no ensino superior naquela cidade.

No país, a PSP e GNR têm “mais de 550 alojamentos disponíveis” que servem este propósito, disse o ministro.

 

Últimas do País

Uma jovem de 23 anos, considerada “incapaz de resistência”, acordou numa habitação em Lisboa, após uma saída à noite, ao aperceber-se de que estaria a ser abusada sexualmente por um dos convidados presentes no local.
O estupefaciente vinha de Espanha para Portugal. Os suspeitos foram intercetados em Elvas pela Polícia Judiciária (PJ).
Uma simples discussão terminou numa tentativa de homicídio, com tiros disparados em plena via pública junto a uma zona de diversão noturna no Montijo.
Uma intervenção policial em Vila Franca de Xira terminou com agentes da PSP agredidos, ameaçados e insultados por suspeitos envolvidos em desacatos violentos na via pública.
A escassos metros do hospital de Santarém, uma mulher de 73 anos perdeu a vida após uma longa espera por assistência médica, obrigando o filho a transportá-la no próprio carro.
Um homem de 85 anos foi rendido à pistola por uma dupla indostânica em pleno Guincho, ficando sem um Rolex de luxo avaliado em mais de 12 mil euros. A Polícia Judiciária suspeita que os assaltantes possam estar ligados a outros roubos violentos em Cascais.
Os hoteleiros estão com menos confiança para o verão deste ano, em relação ao de 2025, face à instabilidade geopolítica, antecipando uma ‘performance’ menos forte do mercado nacional.
O Metropolitano de Lisboa interrompeu a sua operação pelas 23:00 de hoje, devido à greve geral contra o pacote laboral convocada pela CGTP, adiantou à Lusa fonte sindical e da empresa.
Os banhistas podem colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia, que “não podem exceder 30% da área útil da praia, nem 50% da frente de praia”, indica a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), num esclarecimento técnico hoje divulgado.
Um ex-diretor das Águas de Gaia (ADGaia) e um empreiteiro ficaram em prisão preventiva no âmbito da operação 'Água Turvas', que investiga um alegado esquema de corrupção na empresa municipal, decidiu hoje o Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto.