Campanha de sensibilização para cancro da Cabeça e Pescoço no dia 20

Rastreios ao Cancro da Cabeça e Pescoço marcam a 11.ª edição da Campanha de Sensibilização para a doença que tem mais de 2.500 novos casos anuais, metade deles diagnosticados em fase avançada.

© D.R

As ações de rastreio, informação e sensibilização vão decorrer a 20 de setembro no Centro Hospitalar Universitário de São João, no Porto, das 14:00 às 17:00, no espaço da consulta externa de Otorrinolaringologia, e em Lisboa nos polos da Comunidade Vida e Paz em Chelas e na Quinta do Lavado, Penha de França, entre as 14:00 e as 18:00, havendo também ações em escolas de norte a sul do país.

A iniciativa em Portugal é desenvolvida pelo Grupo de Estudos Cancro de Cabeça e Pescoço (GECCP), que este ano “reforça a importância das três fases de prevenção: Na primária passa pela prevenção do desenvolvimento do cancro da cabeça e pescoço através de atividades para alterar os comportamentos de alto risco e a vacinação contra o Vírus do Papiloma Humano (HPV); na secundária tem foco na melhoria do diagnóstico e do tratamento precoces, através da educação para os sinais e sintomas, e a terciária é destinada a melhorar a qualidade dos cuidados prestados aos doentes, para prevenir complicações e aumentar a qualidade de vida dos sobreviventes”.

Segundo a presidente do GECCP, Ana Joaquim, em Portugal o diagnóstico desta doença “continua a fazer-se tardiamente na maioria dos doentes”, salientando que dos entre 2.500 a 3.000 novos casos existentes por ano “mais de metade são diagnosticados em fase avançada”.

Últimas do País

Em alguns casos, a indefinição prolonga-se há mais de um ano e meio, com os gestores a permanecerem em funções sem saber se serão reconduzidos ou substituídos. Entre as instituições nesta situação está o Hospital de São João, no Porto, uma das maiores unidades hospitalares do país.
Portugal já registou 6572 incêndios rurais em 2026, mais 748 do que no mesmo período do ano passado. Número de ocorrências sobe quase 13% e atinge o valor mais elevado dos últimos quatro anos. Mais de 60 mil hectares já foram consumidos pelas chamas.
Diretora de Medicina Interna demite-se e responsável pela Urgência ameaça sair se não melhorarem as condições para tratar os doentes.
Três incêndios em mato em Torre de Moncorvo, Santo Tirso e Arouca destacam-se ao início da tarde de hoje entre as “ocorrências significativas” registadas pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), mobilizando mais de 900 operacionais.
Dois episódios de violência grave, registados em poucos dias, levaram a PSP a mobilizar pelo menos 30 elementos do Corpo de Intervenção para reforçar a segurança numa das zonas mais turísticas de Lisboa, entre o Terreiro do Paço e o Marquês de Pombal.
Suspeitos terão regressado ao local depois de uma luta com intenção de concretizar uma ameaça. Polícia intercetou o grupo e apreendeu uma arma artesanal de calibre 9 mm, carregada e municiada.
Os resultados dos pedidos de reapreciações dos exames nacionais da 2.ª fase serão conhecidos a 14 de setembro, por decisão do Governo que decidiu adiar a divulgação das notas para acautelar as férias de todos os professores.
Suspeito aparentava estar alcoolizado quando a PSP foi chamada a intervir. Mulher sofreu ferimentos na cabeça e foi transportada para o hospital. Um agente também ficou ferido durante a ocorrência.
Criança terá sido impedida de sair e conseguiu pedir socorro aos familiares. Suspeito foi detido pela GNR e acabou em liberdade.
Suspeitos, de 37 e 42 anos, são apontados pela PJ como autores de quatro roubos cometidos em menos de duas semanas. Um ficava no motociclo enquanto o outro, de capacete e armado, entrava nos estabelecimentos e exigia o dinheiro das caixas registadoras.