Governo promete novo programa de português para imigrantes no primeiro trimestre de 2024

O Governo vai lançar no primeiro trimestre de 2024 um novo programa de Português Língua de Acolhimento (PLA), anunciou a ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, em resposta aos deputados na discussão do Orçamento do Estado (OE2024).

© Folha Nacional

Falando numa audição conjunta da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos Liberdades e Garantias e a Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, para discussão na especialidade do OE2024, Ana Catarina Mendes afirmou que a tutela está a negociar com outros ministérios a conclusão do programa, que é uma das condições para a inclusão dos imigrantes em Portugal.

O reforço do ensino de PLA é uma das prioridades da nova Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), uma estratégia, recordou a ministra, considerando que “não há melhor forma de incluir que não seja o ensino da língua portuguesa”.

Nesse sentido, a governante explicou que o seu ministério está a discutir o novo programa com o Camões e os Ministérios da Educação e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, de modo a que no “primeiro trimestre (de 2024) haja um novo programa” PLA.

Questionada pelo deputado do BE Pedro Filipe Soares sobre a ausência de vagas em todo o país, Ana Catarina Mendes admitiu a incapacidade de dar resposta à procura existente.

Os cursos PLA destinam-se a adultos cuja língua materna não é a língua portuguesa e não possuam competências básicas, intermédias ou avançadas no idioma.

Últimas de Política Nacional

O candidato presidencial e líder do CHEGA remeteu hoje para “a consciência” do presidente do PSD e primeiro-ministro uma decisão sobre um eventual apoio à sua candidatura, num cenário de segunda volta que o opôs a António José Seguro.
O número de eleitores recenseados para as eleições de 18 de janeiro é de 11.039.672, mais 174.662 votantes do que nas presidenciais de 2021, segundo a atualização final do recenseamento eleitoral.
Sem voto postal e com queixas de boletins que não chegam, um em cada seis eleitores pode ficar fora das presidenciais. A Folha Nacional sabe que cidadãos portugueses no estrangeiro estão a alertar para falhas no processo.
O candidato presidencial apoiado pelo CHEGA lamentou hoje a “inoportunidade” do Conselho de Estado, no qual vai participar, e onde pretende transmitir ao Presidente da República que devia ter tido uma “ação firme” com o Governo na saúde.
O presidente da República promulgou, esta quinta-feira, o diploma que prevê a centralização dos serviços de urgência externa no Serviço Nacional de Saúde (SNS), as chamadas urgências de âmbito regional.
O candidato presidencial André Ventura afirmou que o primeiro-ministro ignorar um pedido de demissão de um ministro feito pelo Presidente da República resultaria num “cenário de conflito aberto”.
O Conselho de Estado vai reunir-se hoje, no Palácio de Belém, para analisar a situação internacional e em particular na Ucrânia, tema que motivou a convocatória do Presidente da República, ao qual entretanto juntou a Venezuela.
Depois de três mortes em 24 horas à espera de socorro, Pedro Pinto acusou o Governo de incompetência e de conduzir o SNS para um colapso sem precedentes.
O presidente da Câmara de Albufeira, Rui Cristina (CHEGA), ordenou a suspensão imediata de dois dirigentes municipais na sequência de denúncias graves de assédio moral e ameaças feitas por trabalhadoras da autarquia.
A Polícia Judiciária (PJ) realizou esta quinta-feira buscas na Câmara Municipal de Setúbal. A presidente da autarquia, Dores Meira, deverá ser constituída arguida num inquérito relacionado com o recebimento de ajudas de custo, apesar de dispor de viatura oficial.