Governo promete novo programa de português para imigrantes no primeiro trimestre de 2024

O Governo vai lançar no primeiro trimestre de 2024 um novo programa de Português Língua de Acolhimento (PLA), anunciou a ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares, em resposta aos deputados na discussão do Orçamento do Estado (OE2024).

© Folha Nacional

Falando numa audição conjunta da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos Liberdades e Garantias e a Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, para discussão na especialidade do OE2024, Ana Catarina Mendes afirmou que a tutela está a negociar com outros ministérios a conclusão do programa, que é uma das condições para a inclusão dos imigrantes em Portugal.

O reforço do ensino de PLA é uma das prioridades da nova Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), uma estratégia, recordou a ministra, considerando que “não há melhor forma de incluir que não seja o ensino da língua portuguesa”.

Nesse sentido, a governante explicou que o seu ministério está a discutir o novo programa com o Camões e os Ministérios da Educação e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, de modo a que no “primeiro trimestre (de 2024) haja um novo programa” PLA.

Questionada pelo deputado do BE Pedro Filipe Soares sobre a ausência de vagas em todo o país, Ana Catarina Mendes admitiu a incapacidade de dar resposta à procura existente.

Os cursos PLA destinam-se a adultos cuja língua materna não é a língua portuguesa e não possuam competências básicas, intermédias ou avançadas no idioma.

Últimas de Política Nacional

Presidente do CHEGA quer saber como Portugal vai pagar as novas fragatas e quanto custarão os juros. Ventura acusa ainda o Governo de ter adotado a “escola Luís Neves”: “Fala quando quer, sobre o que quer.”
Adjuntos, assessores e chefes de gabinete passaram dos corredores do Governo para lugares na Administração Pública. Em 17 casos, entraram em regime de substituição e, em dois, o percurso já terminou com uma nomeação por cinco anos.
Partido liderado por André Ventura questiona o Governo sobre o destino das habitações financiadas pelo PRR e pelo 1.º Direito e exige números sobre os beneficiários. Perante milhares de portugueses à procura de casa e uma oferta pública escassa, o CHEGA defende prioridade para cidadãos nacionais e para quem demonstre uma ligação duradoura e contributiva ao país.
Presidente do CHEGA considera que Luís Montenegro perdeu autoridade sobre o ministro da Administração Interna e avisa que, se não houver uma decisão sobre Luís Neves, o partido admite avançar com uma moção de censura. André Ventura acusa o ministro de ter arrastado o país para um “lamaçal político” e garante que a comissão parlamentar de inquérito é para manter.
Presidente do CHEGA considera “absolutamente razoável” o projeto que proíbe a mudança de sexo em menores de idade e reafirma a intenção de manter a iniciativa, rejeitando o apelo da ONU para que seja retirada ou revista.
Bancada de André Ventura apresentou dois projetos de lei, 14 projetos de resolução e avançou com a comissão de inquérito à liderança de Luís Neves na PJ. Somam-se ainda 28 perguntas dirigidas ao Governo.
A nomeação foi feita pelo presidente do CHEGA, André Ventura, em nome da Direção Nacional, e validada por todos os seus membros. Eduardo Teixeira assume agora um dos dossiês mais exigentes e estratégicos do partido, numa altura em que o forte crescimento autárquico do CHEGA trouxe uma nova dimensão e maiores responsabilidades à estrutura partidária.
Ventura abriu a rentrée do CHEGA com um aviso ao Governo: a descida da idade da reforma vai estar em cima da mesa no Orçamento do Estado (OE2027) e o partido promete não ceder.
O CHEGA pediu hoje audições parlamentares do ministro da Defesa, Nuno Melo, e de um representante da empresa portuguesa NT Group (NTG), para esclarecer questões relacionadas com a aquisição de três fragatas a Itália.
O CHEGA aparece à frente do Partido Socialista (PS) nas intenções de voto dos inquéritos feitos online durante o mês de agosto.