Número de passageiros nos aeroportos nacionais sobe 20,6% até outubro

O número de passageiros nos aeroportos nacionais aumentou 20,6% entre janeiro e outubro, face a igual período do ano passado, para 58,5 milhões, dos quais 6,4 milhões em outubro (+11,9%), divulgou hoje o INE.

© D.R.

De acordo com as estatísticas rápidas do transporte aéreo, publicadas pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), “entre janeiro e outubro de 2023, o número de passageiros aumentou 20,6% face a igual período de 2022, enquanto o movimento de carga e correio registou um decréscimo (-1,7%)”.

Já comparando com o mesmo período de 2019, antes da pandemia de covid-19, registaram-se subidas de 12,2% e 6,2%, respetivamente.

Considerando o volume de passageiros desembarcados e embarcados em voos internacionais, naquele período, o Reino Unido foi o principal país de origem e de destino dos voos, com crescimentos de 17,5% no número de passageiros desembarcados e 17,6% no número de passageiros embarcados, face a igual período de 2022.

França e Espanha ocuparam a segunda e a terceira posição, respetivamente, quer como país de origem, quer como país de destino dos voos.

Numa análise ao mês de outubro, o INE observou que nos aeroportos nacionais movimentaram-se 6,4 milhões de passageiros e 20.400 toneladas de carga e correio, correspondendo a aumentos de 11,9% e 6,8%, respetivamente, face ao mesmo mês do ano passado.

Comparando com outubro de 2019, registaram-se aumentos de 16,4% e 3,1%, pela mesma ordem.

“Desde o início de 2023, têm-se verificado máximos históricos nos valores mensais de passageiros nos aeroportos nacionais”, apontou o INE, apontando que, “em outubro de 2023, registou-se o desembarque médio diário de 101.200 passageiros, valor superior ao registado em outubro de 2022 (90.700; +11,6%) e 17,8% acima do verificado em outubro de 2019 (85.900)”.

Últimas de Economia

O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela DECO PROteste, atingiu esta semana um novo recorde de 257,95 euros, mais 2,95 euros face à semana passada.
Os preços das casas quase triplicaram entre 2015 e 2025 em Portugal ao aumentarem 180% nestes 10 anos, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat, que indicam que esta foi a segunda maior subida na União Europeia (UE).
Os juros da dívida portuguesa subiam hoje a dois, a cinco e a 10 anos face a quinta-feira, alinhados com os de Espanha, Grécia, Irlanda e Itália.
Os preços das casas subiram 18,9% em Portugal no quarto trimestre de 2025 em comparação com o período homólogo do ano anterior, sendo esta a segunda maior subida entre os países da União Europeia, anunciou hoje o Eurostat.
O CHEGA quer baixar o preço dos combustíveis e reduzir o IVA da gasolina e do gasóleo para a taxa intermédia, atualmente nos 13%.
O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 254,99 euros, mais 0,60 euros relativamente à semana anterior, foi hoje anunciado.
O Banco Central Europeu (BCE) prevê que a inflação vai acelerar para 3,1% no segundo trimestre de 2026 devido ao aumento dos preços da energia causado pela guerra no Médio Oriente.
A atividade económica em Portugal registou uma quebra na última semana de março, de acordo com o indicador diário divulgado hoje pelo Banco de Portugal (BdP).
As taxas Euribor desceram a seis e 12 meses e subiram a três meses hoje, face a quarta-feira.
Os concursos de empreitadas de obras públicas promovidos até fevereiro diminuíram 35% em número e 49% em valor face ao mesmo mês de 2025, respetivamente para 467 e 861 milhões de euros.