GNR deteve 81 condutores por excesso de álcool

A GNR deteve nas últimas 24 horas 81 condutores por conduzirem com excesso de álcool no sangue, 35 dos quais apresentavam valores considerados crime, e outras 27 pessoas por conduzirem sem carta.

Num comunicado em que faz o balanço das últimas 24 horas da Operação Natal, que arrancou no passado dia 15, a GNR informa que, na sexta-feira, deteve um total de 81 condutores por excesso de álcool, 35 dos quais com taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l.

No total, foram fiscalizados 9.256 condutores e detetadas 2.142 contraordenações, das quais 726 por excesso de velocidade, 200 por falta de inspeção periódica obrigatória, 76 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças, 60 por uso indevido do telemóvel durante a condução e 54 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

Quanto à sinistralidade rodoviária, a GNR registou 270 acidentes, dos quais resultaram quatro feridos graves e 80 feridos leves.

No comunicado, a GNR sublinha que durante a Operação Natal irá continuar a dar prioridade à fiscalização da condução sob a influência do álcool e de substâncias psicotrópicas, ao excesso de velocidade e à falta de inspeção periódica obrigatória dos veículos, assim como às “manobras perigosas”: incorreta execução de manobras de ultrapassagem, mudança de direção e cedência de passagem e à utilização indevida do telemóvel.

A “Operação Natal e Ano Novo 2023” da GNR decorre até ao dia 02 de janeiro.

Últimas do País

Um guarda prisional, de cerca de 40 anos, foi agredido por um visitante no interior do Estabelecimento Prisional de Lisboa, depois de lhe ter ordenado que abandonasse as instalações. O suspeito encontrava-se acompanhado por uma criança e terá desobedecido às indicações do funcionário.
Um jovem de 15 anos, com necessidades educativas especiais, continua sem aulas devido à falta de uma resposta escolar adequada. Depois de várias tentativas para resolver a situação, a mãe decidiu apresentar queixa, levando às autoridades policiais um problema que coloca em causa o acesso do filho à educação.
Uma mulher de 30 anos foi encontrada morta, com ferimentos provocados por arma de fogo, no interior de uma viatura estacionada na berma da Estrada Nacional 360, nas Caldas da Rainha. Ao seu lado estava um homem de 25 anos, apontado como seu namorado, que foi encontrado inconsciente.
O Parlamento pediu os contratos contestados pela entidade reguladora da profissão, mas recebeu uma minuta já alterada. A SÁBADO revela que existiam três contratos assinados com as cláusulas consideradas ilegais.
Ricardo Carrilho acusa Luís Neves de o ter afastado para proteger interesses instalados na SIRESP. Em declarações à Renascença, denuncia contratações suspeitas, negócios com escritórios de advogados e contratos com operadores privados que não cumpririam as suas obrigações.
A proteção de vítimas de violência levanta uma nova controvérsia: o acesso à licença parental remunerada a 100% poderá depender da saída da residência. A condição, noticiada pelo Jornal de Notícias, coloca em discussão a relação entre os apoios sociais e a segurança de quem enfrenta situações de violência.
As autoridades já apreenderam mais de 42 toneladas de cocaína desde o início do ano, um volume que evidencia a dimensão das operações de combate ao tráfico de droga. Os números colocam novamente em destaque a atividade das redes internacionais de narcotráfico e a importância da fiscalização das rotas de circulação de estupefacientes.
André Ventura acusa Luís Neves de “prepotência e incapacidade de lidar com a verdade” e coloca a responsabilidade pela resolução do caso nas mãos de Luís Montenegro. O presidente do CHEGA alerta que, enquanto o primeiro-ministro não intervier, “a infeção deste Governo será cada vez maior”.
Três trabalhadores morreram hoje num acidente laboral num reservatório de água de uma habitação na Quinta do Lago, no concelho de Loulé, distrito de Faro, disseram à Lusa fontes da GNR e da Proteção Civil.
Cerca de 150 dirigentes associativos do setor agroflorestal concentraram-se esta segunda-feira junto à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo 140 milhões de euros em apoios que permitam enfrentar o aumento dos custos de produção e recuperar a competitividade face a Espanha. A resposta do ministro da Agricultura aponta para 2027, ano em que estarão disponíveis mais de 162 milhões de euros para apoiar o setor.