O CHEGA é o partido que mais cresce nas sondagens

Caso único desde 25 de Abril de 1974, o CHEGA é o partido que ininterruptamente mais tem crescido entre eleições, independentemente de todas aquelas em que participou e da sua natureza.

© Folha Nacional

Da constante subida registada, são dela apenas alguns exemplos os resultados alcançados pelo partido de André Ventura nas legislativas de 2019 e Presidenciais de 2021, passando o partido de 1,29% nas primeiras para 11,9% nas segundas eleições.

E mesmo que não se considerem as Presidenciais, pelo cunho preponderantemente pessoal dos vários candidatos, se a análise se centrar apenas em eleições legislativas, a subida torna-se ainda mais evidente, passando o CHEGA dos já citados 1,29% nas legislativas de 2019 para 7, 18% nas legislativas de 2022, e de apenas 1 para 12 deputados.

Mas o CHEGA não descansa e o Partido de André Ventura não para de crescer.

Não obstante as subidas antes apresentadas, de 2022 para cá tem sido sempre a somar, com praticamente todas as sondagens, independentemente da sua dimensão, amostra, fonte ou segmento, a colocarem o CHEGA como certo no lugar de terceira maior força política nacional, disputando inclusive nalgumas delas o lugar de segunda maior força política nacional.

Nos últimos meses, o CHEGA nunca surge abaixo dos 16% das intenções de voto – chegando nalguns casos aos 18 e 20%, o que face aos 7,18 % alcançados nas legislativas de 2022 é já mais do dobro, circunstância que faz antever, em conquista de lugares parlamentares, um exponencial crescimento, duas a três vezes acima dos 12 assentos atuais, senão mais.

Com eleitorado fixo e crescente em todas as faixas etárias, salta ainda à vista o primeiro lugar ocupado pelo CHEGA no que respeita às intenções de voto entre os mais jovens, dos 18 aos 34 anos de idade, alcançando 25,8%, deixando para trás o PS/JS com 22,3% e muito mais longe o PSD/JSD, com apenas 16,6% das intenções de voto, segundo a mais recente sondagem AXIMAGE DN/TSF.

Últimas de Política Nacional

Líder do CHEGA acusa Luís Montenegro de ignorar os problemas dos portugueses, questiona a confiança política no ministro da Administração Interna e afirma que o Governo está em “acelerada decomposição”.
O presidente do CHEGA disse esperar ter uma conversa com o primeiro-ministro sobre as alegadas ameaças do ministro da Administração Interna (MAI), negadas pelo próprio, e vai convocar os órgãos nacionais para decidir eventuais ações.
A decisão do Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa de condenar o Estado português ao pagamento de uma indemnização de 15 mil euros ao antigo primeiro-ministro José Sócrates constitui, para o partido CHEGA, "um sinal preocupante para a credibilidade da justiça". O PSD defende o cumprimento das decisões dos tribunais.
O debate parlamentar de 27 de maio, dedicado ao SIRESP, ficou marcado por um momento de grande tensão. Depois de André Ventura ter acusado o Governo de esconder informação sobre o Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP), o ministro da Administração Interna, Luís Neves, foi captado a ameaçar o Presidente do CHEGA: “Vais pagá-las todas!”
Líder do CHEGA acusa o primeiro-ministro de falta de empatia perante os incêndios, a crise da água em Almada e o aumento do custo de vida. André Ventura garante ainda que o partido não se deixará intimidar pelas alegadas ameaças do ministro da Administração Interna.
O presidente do CHEGA disse que o partido vai insistir na realização de um debate de urgência sobre os exames nacionais e defendeu que o ministro da Educação deve assumir responsabilidades, sem pedir a demissão.
Proposta do CHEGA para acabar com as subvenções vitalícias a antigos titulares de cargos políticos foi chumbada no Parlamento. PSD e PS votaram lado a lado para travar o diploma e manter o atual regime.
O líder do CHEGA anunciou hoje que o partido vai pedir ao Tribunal Constitucional a fiscalização sucessiva da Prestação Social Única (PSU), por considerar inconstitucional que pessoas com elevada incapacidade por doença tenham de prestar trabalho social.
A dirigente e deputada do CHEGA Rita Matias afirmou hoje que o seu partido está disponível para um “diálogo concreto” com o PSD e devolveu ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, a acusação de “falta de coragem”.
O presidente do CHEGA disse que tentou “até à última hora” um consenso com o Governo sobre a lei laboral, e rejeitou que o chumbo da proposta tenha sido “cálculo político”.