Mais de 500 condutores apanhados com álcool em campanha “Taxa Zero ao Volante”

Mais de oito mil infrações, 521 das quais por condução sob efeito do álcool, foram registadas pelas forças de segurança em sete dias, no âmbito da campanha "Taxa Zero ao Volante", que terminou na quarta-feira.

Em comunicado conjunto, a Guarda Nacional Republicana (GNR), a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) indicam que ao longo de uma semana foram fiscalizados presencialmente 50.623 veículos, tendo sido registado um total de 8.269 infrações.

Durante a operação, que decorreu entre 01 e 07 de fevereiro, foram registados 2.245 acidentes, que causaram oito vítimas mortais, 36 feridos graves e 735 feridos ligeiros.

Relativamente ao período homólogo de 2023, verificaram-se menos 400 acidentes, menos uma vítima mortal, menos 12 feridos graves e menos 21 feridos ligeiros, referem.

Os acidentes com vítimas mortais, todas do sexo masculino e com idades entre os 22 e os 83 anos, ocorreram nos distritos de Lisboa, Aveiro, Beja, Braga, Coimbra, Leiria e Setúbal.

A campanha “Taxa Zero ao Volante” contou com a participação dos serviços da administração regional dos Açores e da Madeira na realização de ações de sensibilização.

Esta foi a segunda das 12 campanhas de sensibilização e de fiscalização planeadas no âmbito do Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2024.

Até ao final do ano, serão realizadas mais 10 campanhas, uma por mês, com ações de sensibilização e de fiscalização.

Das duas campanhas que decorreram este ano, foram realizadas sete ações, durante as quais mais de 850 pessoas foram sensibilizadas presencialmente.

Quanto a ações de fiscalização, o número de condutores fiscalizados presencialmente foi aproximadamente de 100,1 mil e cerca de 5,1 milhões de veículos foram fiscalizados através de radares.

Últimas do País

Trinta moradores de um prédio em Setúbal ficaram hoje desalojados na sequência de um incêndio na garagem do edifício, cuja origem está a ser investigada pela Polícia Judiciária (PJ), avançou fonte da Proteção Civil.
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) entregou ao Governo um documento com propostas de alteração para “uma tabela de remuneração digna e justa”, entre outras matérias, para que dê conhecimento à tutela das matérias pendentes, segundo um comunicado.
Vários especialistas em hidráulica denunciaram esta sexta-feira, em Coimbra, a falta de manutenção da obra hidráulica do Baixo Mondego e o antigo presidente do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) Carlos Matias Ramos considerou a obra abandonada.
Os oito estrangeiros detidos na quarta-feira pela Polícia Judiciária (PJ) numa embarcação de pesca, ao largo dos Açores, com 1.800 quilos de cocaína a bordo, vão aguardar o transportador do processo em prisão preventiva, foi hoje revelado.
A pena mais gravosa foi aplicada à mulher, uma empresária de nacionalidade angolana, a qual foi condenada a cinco anos e oito meses de prisão, enquanto o homem, de nacionalidade brasileira, foi punido com uma pena de cinco anos e quatro meses de prisão, segundo um acórdão consultado esta sexta-feira pela agência Lusa.
A Comissão Utentes Fertagus enviou na quinta-feira, 12 de março, à Comissão Europeia uma queixa contra o Estado português por permitir que os passageiros sejam diariamente transportados em condições “fora do padrão europeu” e “com riscos de segurança”.
Trinta por cento da frota da Rodoviária do Tejo, concessionária dos transportes públicos de passageiros na cidade e Região de Leiria, danificada devido ao mau tempo, já foi recuperada, disse hoje o administrador Paulo Carvalho.
Cerca de 800 mil euros pagos na compra de uma vivenda na Malveira acabaram na conta de José Sócrates, levando o Ministério Público a abrir um novo inquérito relacionado com o universo da Operação Marquês.
A Deco alertou esta sexta-feira, 13 de março, para os riscos da digitalização do atendimento ao cliente, tendo avaliado negativamente a maioria dos sistemas digitais de apoio de 24 empresas de setores essenciais.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou nos últimos sete anos 1.900 acidentes na via pública que envolveram trotinetas elétricas, que causaram 10 mortos.